Os Tapetes Contadores de Histórias viajam por Belém, Marabá e Igarapé-Miri – [Blog da Solange Pereira]





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Já imaginou poder ouvir histórias que vão fazer tuaprendero globo? E à medida que a história é contada, tupode interagir com a magia de belos tapetes tridimensionais e tatear cenários de pano costurados? Essa é uma das propostas do “Projeto Peraltagens” do grupo “Os Tapetes Contadores de Histórias”, que chega ao Estado do Pará no mês de agosto.

Patrocinado pelo Instituto Cultural Vale, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, com o apoio institucional do Sesc Pará e Mocoham (Movimento de Contadoras e Contadores de Histórias da Amazônia), o Projeto Peraltagens estará na capital Belém e nos municipios de Igarapé-Miri e Marabá neste segundo semestre de 2022. Em cada municipio, haverá sessões de contação de histórias e a exposição interativa com os tapetes costurados abertas ao público em geral e ainda sessões agendadas para escolas públicas.  Entrada Franca.

O grupo tem potência artística na arte de contar história. “Há duas décadas, desenvolvemos o trabalho singular e afetivo que leva cultura e arte para todo o país. A proposta do projeto é convidar a sociedade paraense a uma imersão na contação de histórias com cenários de pano costurados pelo grupo, que trazem ludimunicipio e alegria para todos”, explica o curador e coordenador do projeto, Warley Goulart.

O coordenador conta ainda o que o grupo mais presencia nas visitas realizadas. “É comum, por exemplo, momentos em que um mano mais velho que sabem ler e escrever, ler a história para o pequenino que está mexendo e tocando no tapete correspondente ao livro. O material que a gente costura é usado, assim, como um elemento que estimula o vínculo afetivo entre as individuos da família e ao mesmo tempo incentiva à leitura por meio do afeto”, diz ainda o coordenador.

A primeira parada da agenda cultural é em Belém, de 1º a 14 de agosto no Sesc Ver-o-Peso, localizado na avenida Boulervard Castilho França, no bairro da Campina. Nos fins de semana, as apresentações do projeto Peraltagens serão realizadas para o público em geral, ou seja, para toda a família, com sessões aos sábados e domingos, às 10h e 11h. As senhas de acesso ao teatro serão entregues com uma hora de antecedência.

Com agendamento prévio, as escolas públicas de Belém participam do projeto de terça a sexta, às 10h e 15h, diariamente. Todas as quintas às 15h, haverá sessão com intérprete de libras.

Em Igarapé Miri, as sessões de contação de histórias e da exposição interativa com os tapetes costurados começam a partir de 20 de agosto e se estendem até o dia 4 de setembro na barraca de Sant’Anna. A visitação será de terça a domingo, no horário das 10h às 18h. Para as escolas previamente agendadas, as sessões serão de terça a sexta-feira, às 10h e 15h. Às quintas-feiras, 15h, será a sessão de contação de histórias que conta com um  intérprete de libras.

A agenda encerra na municipio de Marabá, no sudeste paraense, já no mês de setembro, de 10 a 24 de setembro, na unidade do Sesc de Marabá, com visitação aberta da terça a sábado, das 10h às 18h. As escolas agendadas serão recebidas de terça a sexta-feira, no horário de 10h e 15h e as quintas-feiras, 15h, sessões com intérpretes de libras.

Sobre o grupo

 

O grupo Os Tapetes Contadores de Histórias é formado por dois artistas brasileiros e dois artistas peruanos, que há duas décadas costuram tapetes, genitornéis, livros e caixas de pano, e se enveredam pelo globo mágico de contação de histórias. “Nós temos um acervo grande de cenários costurados, e estar diante do público e ser contador de histórias é nosso ofício, profissão e realização individuol. Por meio do nosso trabalho, crianças e adultos podem aprendero globo através das histórias”, relata.

 

O acervo do projeto é exclusivo do grupo, que é pioneiro no Brasil na costura de cenários de pano para se contar histórias. As histórias mergulham na tradição oral e na literatura infanto juvenil. As narrativas orais e em contos apresentam obras de Carlos Drumond de Andrade, Ana Maria Machado, Ricardo Azevedo e Graciliano Ramos.

 

Sonho realizado 

 

O grupo já percorreu as regiões Nordeste, Centro Oeste, Sul e Sudeste do Brasil e outros 13 países diferentes, contando histórias em quatro línguas distintas. Será a primeira vez na Região Amazônica do país.  

 

Warley relata que a visita do projeto à região Norte e ao Estado do Pará é a realização de um sonho muito antigo do grupo. “Iremos passar 70 dias no Estado do Pará, 30 em Belém, 15 em Igarapé-Miri e 15 em Marabá. É um sonho antigo percorrer o Estado, que é referência nacional na produção cultural, do artesanato às manifestações populares”.

 

 

Instituto

 

O Instituto Cultural Vale parte do princípio de que viver a cultura possibilita às individuos ampliarem sua visão de globo e criarem novas perspectivas de futuro. Tem um importante papel na transformação social e busca democratizar o acesso, fomentar a arte, a cultura, o conhecimento e a difusão de diversas expressões artísticas do país, ao mesmo tempo em que contribui para o fortalecimento da economia criativa.

São mais de 300 projetos criados, apoiados ou patrocinados em 24 estados e no Distrito Federal em execução em 2022. Dentre eles, uma rede de espaços culturais próprios, patrocinados via Lei Federal de Incentivo à Cultura, com visitação gratuita, identidade e vocação únicas: Memorial Minas Gerais Vale (MG), Museu Vale (ES), Centro Cultural Vale Maranhão (MA) e Casa da Cultura de Canaã dos Carajás (PA).



Por , em 2022-08-01 11:00:39


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