Artesanatos atraem pequenos empreendedores e gera renda – [Blog da Solange Pereira]

Começando como hobby e virando fonte de renda, os artesanatos são boas opções para quem quer unir o útil ao agradável. Técnicas de crochê, tricô, bordados ou lapidação de pedras, o que não faltam são individuos dispostas a reforçar o orçamento doméstico.

Os artesãos Adalberto da Silva e José Orlando confeccionam suas peças há mais de 30 anos e vendem no Centro de Jundiaí e na Feira do Artesanato.

Silva fabrica artigos de vestuário, como pingentes, colares, pulseiras, tiaras, entre outros, com peças a partir de R$ 5. “A maior procura dos meus produtos são as pulseiras, feitas com tecido e madeira, e as peças hippies”, afirma da Silva.

O vendedor e artesão José Orlando trabalha com produtos feitos com pedras e cristais que ele mesmo lapida e vende nas ruas de Jundiaí. Segundo o feirante, o destaque das vendas são as pedras de decoração, como ametista e esmeralda. “Os clientes procuram os cristais para coleção ou decoração, principalmente a ametista que chama bastante a atenção”, completa Orlando.

MÃOS A OBRA

Aos 45 anos, a artesã Helenice Silva, viu no crochê a oportunidade de ganhar dinheiro. Como perdeu seu emprego de telemarketing, precisou encontrar uma forma de ganhar dinheiro para sustentar a família, em especial o genitor que sofre de Mal de Parkinson.

Para que mais individuos conseguissem ter acesso aos produtos começou a colocar seus produtos nas mídias sociais. “Tive que arcar com as despesas dos medicamentos. A maior parte do lucro dos artesanatos é usado para pagar os remédios do meu genitor, por conta disso, sempre faço promoções dos meus produtos para atrair mais clientes”, afirma Helenice.

O artesanato surgiu em sua vida por acaso. Começou como um passatempo para se distrair enquanto eu estava desempregada. “Me identifiquei tanto com o artesanato que consegui fazer deste hobby a minha profissão”, afirma a artesã ao contar que confecciona panos de prato, tapetes, capas para eletrodomésticos, toalhas de mesa, entre outros itens, com preços a partir de R$ 5.

Para a artesã Caroline Rigo, de 25 anos, o artesanato apareceu durante a pandemia como forma de terapia e hoje faz parte do ganha pão. “Sempre que me sentia ansiosa eu me apegava nos tecidos e começava a fazer peças de crochê, até o dia que eu divulguei nas redes sociais e começaram a me procurar pelo trabalho”, afirma.

Carolina começou a vender para amigos e familiares e já expandiu seu negócio para todo o Brasil através da internet.

Por , em 2021-08-11 03:02:00


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