10 famosos que nasceram em Jundiaí e talvez você não saiba – [Blog da Solange Pereira]


Rodrigo Koxa

Em 30 de abril de 2018, o jundiaiense ganhou o cobiçado prêmio Quiksilver XXL Biggest Wave, no Big Wave Awards, da World Surf League (WSL) e também teve a sua onda oficializada pelos juízes da Big Wave Awards, sediados em Santa Monica, CA, como a maior já surfada na história. Ele agora detém a posição no Guinness World Records de ter surfado a maior onda da história da World Surf League. 


Grafite

Conhecido por servir a seleção brasileira e defender as cores do São Paulo, atualmente é comentarista do canal por assinatura SporTV e Premiere. 


Lucas Veríssimo

Lucas Veríssim que atua como zagueiro e joga no Santos, também nasceu em Jundiaí. Durante boa parte da infância, Lucas Veríssimo morava com os pais dentro de um clube na cidade de Jundiaí “Lá dentro tinha quadra de futsal e eu ia jogar bola todo dia”, recordou.

“Uma vez, o Juventus de Jundiaí alugou a quadra e meu pai perguntou ao treinador se tinha como me colocar. Eu comecei a treinar e fiquei na escolinha. Eu comecei de atacante. Era fazedor de gols no futsal, rapaz”, garantiu.

Apesar disso, o jovem conseguiu se consagrar quando mudou de posição. “Quando eu passei ao campo senti muitas dificuldades para me adequar. E comecei a crescer muito e o técnico me levou para volante porque me destacava na marcação. Depois de um tempo fui recuado para zagueiro. Foi a melhor escolha que já fiz”, explicou.


Fábio Zanon

Um dos maiores violinistas brasileiros, Fábio Zanon começou a estudar violão na sua cidade natal de Jundiaí sob orientação de seu pai e do professor Antonio Guedes. Graduou-se em música na Universidade de São Paulo (USP) em 1987, estudando com Edelton Gloeden e Henrique Pinto. Em 1990, continuou seus estudos sob a orientação de Michel Lewin na Royal Academy of Music em Londres, onde obteve seu mestrado em música pela Universidade de Londres e participou da série de master-classes de Julian Bream.

Fábio Zanon foi vencedor do 30º concurso “Francisco Tárrega” e do 14º Concurso da Fundação Americana de Violão (GFA). Em 1997 recebeu o Prêmio Moinho Santista e recebeu o título de Associate da Royal Academy of Music em Londres onde também atua como professor.


Oscar Maroni

Oscar Maroni Filho é um empresário conhecido por ser dono da “Bahamas Night Club”, Oscar Maroni Filho é também conhecido pelo seu jeito extrovertido e falastrão. Em sua última entrevista ao programa Pânico, afirmou que manteve relações sexuais com mais de 2.000 mulheres. Também já foi destaque em diversas revistas e programas de entrevistas e se orgulha de já ter participado de quase todos os programas de televisão e vários da rádio.


Bianca Bin

Bianca é natural da cidade de Jundiaí no interior de São Paulo, e mudou-se com três meses de idade para Itu, cidade também da região. Começou a fazer teatro aos 12 anos e aos 16 se mudou para São Paulo. No início de 2009 mudou-se novamente, dessa vez para o Rio de Janeiro, onde ingressou na Oficina de Atores da Rede Globo. Foi selecionada para protagonizar a temporada daquele ano da telenovela Malhação interpretando Marina Miranda. Em 2010, a atriz estreou no horário nobre no elenco de Passione, no papel de Fátima, seu único papel coadjuvante até o momento. Em 2011 protagonizou Cordel Encantado, onde viveu a sertaneja Açucena, a menina, na verdade, é a procurada princesa Aurora, do reino de Seráfia do Norte, filha de rei Augusto (Carmo Dalla Vecchia) e rainha Cristina (Alinne Moraes). No ano seguinte, Bianca interpretou sua primeira vilã, a ambiciosa Carolina no remake de Guerra dos Sexos. Em 2013, repetiu sua parceria com as autoras Duca Rachid e Thelma Guedes protagonizando mais uma de suas novelas: Joia Rara, como Amélia. No ano seguinte, foi convidada para estrelar, ao lado de Ísis Valverde, como a vilã Vítoria em Boogie Oogie, novela de Rui Vilhena. Em 2016, viveu a sofrida co-protagonista Maria na novela das seis Êta Mundo Bom!.Em 2017 vive a quarta protagonista, dessa vez em horário nobre, na novela O Outro Lado do Paraíso, interpretando a mocinha sofredora Clara, que acaba se tornando uma vingativa nata, sendo esse o seu maior papel de maior destaque na televisão. Ambas as novelas de Walcyr Carrasco.


Max Gehringer

Nascido em Jundiaí,Tornou-se conhecido por suas colunas em várias revistas, na rádio CBN e no programa Fantástico, da TV Globo .

Começou sua carreira como office-boy na antiga fábrica da Cica, em Jundiaí. Graduou-se em Administração de Empresas. Foi escolhido como um dos 30 Executivos Mais Cobiçados do Mercado em pesquisa do jornal Gazeta Mercantil, em janeiro de 1999. Foi um dos cinco finalistas do prêmio Top of Mind em 2005 e 2006 na categoria Palestrante.

Em 1999, no auge de uma carreira bem-sucedida que o levou à direção de grandes empresas como Pepsi, Elma Chips e Pullman, Max Gehringer decidiu dedicar seu tempo a escrever e a fazer palestras pelo Brasil. Foi colunista das revistas Você S/A, Exame e VIP, todas publicadas pela Editora Abril. Hoje[quando?] escreve para as revistas Época e Época Negócios, ambas da Editora Globo.

No ano de 2007 a Editora Globo lançou o livro O Melhor de Max Gehringer na CBN — Vol. 1 — Col. Vida Executiva.

Em sua mais nova teoria ele trata da complexidade dos relacionamentos, trazendo uma analogia com uma partida de futebol, chamada de “1x0 fora de casa”. Em sua definição, o economista fã do piloto finlandês Kimi Raikkonen, explica que nem sempre marcar ponto na balada é algo positivo. Vamos ao exemplo: Se o time A vai jogar fora de seu estádio, se expõe e consegue sair com a vitória por 1x0. No jogo de volta, já sossegado com o resultado previamente conquistado, o time A cai do salto e perde em seus domínios para o time B pelo placar de 2x0. Resultando assim em sua eliminação.

Trazendo esse exemplo para o âmbito real, e o empirismo de balada, podemos confirmar que em certas situações, o 0x0 pode ser mais válido do que propriamente um triunfo fora de casa. De que vale, destruir um futuro promissor com um parceiro em potencial para simplesmente pontuar na noite, independente da qualidade deste “gol”?


Eloísa Mafalda

Nascida em Jundiaí, Neta de italianos, Mafalda já nasceu alegre. Sempre dizia brincando: “Eu era infeliz e não sabia”. Na verdade, as dificuldades financeiras da família, lhe eram passadas de forma realista, mas não difíceis, pois apesar de ser humilde, tudo o que queria era ser feliz. Em 1940, os pais se divorciaram. Para ajudar a mãe no sustento do lar, seu irmão Oliveira Neto foi ser locutor nas rádios Tupi e Difusora de São Paulo. Mafalda passou trabalhar como costureira. Tempos depois, conseguiu um emprego como auxiliar de escritório nas Emissoras Associadas, onde conheceu a alemã Alice Waldvoguel, que lhe ensinou arte cênica e interpretação. Antes, aos doze anos, quase participou como nadadora nos Jogos Olímpicos de 1936, mas seu pai não autorizou.
O início da vida artística de Mafalda aconteceu por acaso. O irmão Oliveira Neto foi para a Tupi-Tamoio, do Rio de Janeiro. Para trazer a irmã, a convenceu a fazer um teste de radioteatro. Mafalda fez e foi aprovada, e escolheu o nome artístico Eloísa Mafalda, por ser mais bonito que só seu primeiro nome, passando a trabalhar em radionovelas da Rádio Nacional e em seguida, foi para a televisão atuar na TV Paulista, onde permaneceu até o seu término, quando a emissora foi vendida para a TV Globo. Na Globo, a atriz interpretou papéis notáveis, como a Dona Nenê da primeira versão de A Grande Família (1972)”A Grande Família”, Maria Machadão em Gabriela, Dona Mariana em Paraíso, Gioconda Pontes em Pedra sobre Pedra, Manuela em Mulheres de Areia e um dos seus maiores sucessos, Dona Pombinha Abelha em Roque Santeiro. Sobre sua carreira, afirma que “tudo aconteceu por acaso. Eu não queria ser atriz. Foi tudo uma brincadeira”.

Estreou no cinema em 1950 no filme Somos Dois. No teatro, estreou em 1965, na adaptação teatral de Wuthering Heights, mas pouco se dedicou a estas áreas de atuação artística.

Eloísa Mafalda foi casada com Miguel Teixeira por três anos, com quem teve dois filhos: Marcos e Mírian. Não se casou mais após o divórcio, apenas manteve alguns relacionamentos. A atriz teve dois netos e dois bisnetos.

Em 2012, concedeu uma entrevista ao Vídeo Show, relembrando personagens de sucesso que interpretou na Rede Globo e ao blog do autor Aguinaldo Silva.

Em 16 de maio de 2018 a atriz morreu em sua casa na cidade fluminense de Petrópolis – onde vivia com sua filha, devido a uma insuficiência respiratória. O sepultamento ocorreu em sua cidade natal, Jundiaí, no interior paulista. 


Cauê Moura

Nascido em Jundiaí, Cauê começou a fazer vídeos para o YouTube em 2010. Atualmente, seu canal tem mais de 5 milhões de inscritos e seus vídeos somam mais de 600 milhões de visualizações.

Começou a ganhar certo espaço na cena do YouTube brasileiro, falando sobre temas “polêmicos”, como a política nacional, sempre utilizando do humor ácido. Hoje, Cauê conta com uma audiência sólida, cativa e engajada. É também uma personalidade ativa no Twitter e no Instagram, acumulando 2,5 milhões e 1 milhão de seguidores, respectivamente. 


DH

Diego Cunha Silveira (Jundiaí, 20 de fevereiro de 1987), mais conhecido pelo seu nome artístico DH, é um cantor brasilleiro. De 2007 a 2016, ele foi o principal vocalista da banda de pop rock Cine.
Em 2014, o cantor foi confirmado como um dos dezessete participantes da sétima temporada de A Fazenda. Em 10 de dezembro, após 90 dias confinado, foi o grande vencedor da edição, vencendo a panicat Babi Rossi e a socialite Heloísa Faissol na votação final, levando o prêmio de 2 milhões de reais pra casa. Ele foi o primeiro e único finalista que venceu sem passar por nenhuma roça.



Por , em 2020-12-06 19:58:31


Fonte www.itupevaagora.com.br



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