Corpos são trocados e mulher é enterrada no lugar de outra em Feira de Santana – Acorda Cidade – [Blog da Solange Pereira]

Publicado em 02/08/2020 18h39.

Os corpos de duas mulheres foram trocados no necrotério do HGCA.



Foto: Ed Santos/Acorda Cidade

Rachel Pinto

Uma mulher identificada porquê Maria Luiza Brito Santos, de 59 anos, foi enterrada por ilusão no lugar de outra pessoa, no cemitério São João Batista em Feira de Santana na manhã deste domingo (2).

Segundo familiares, Maria Luiza morreu no Hospital Universal Cleriston Andrade (HGCA) e no momento que a família foi buscar o corpo para realizar o sepultamento, percebeu que o corpo que foi liberado não se tratava de Maria Luiza e sim de outra mulher, também chamada Maria.

Foto: Sargento Cotias

A família, no entanto, buscou saber onde estaria Maria Luiza e foi informada que ela havia sido sepultada no cemitério São João Batista, no bairro Mangabeira, no lugar de outra mulher que também faleceu no HGCA.

Uma guarnição da 66ª Companhia Independente de Polícia Militar (66ª CIPM), sob o comando do Sargento Cotias, foi acionada e deslocou-se na tarde de hoje até o cemitério para averiguar a situação. Chegando lá, ficou comprovado que os corpos foram trocados e o corpo de Maria Luiza foi retirado da sepultura, sendo portanto guiado para um novo sepultamento, desta vez no cemitério Jardim Celestial. Familiares da outra mulher foram portanto informados que o corpo desta se encontrava no necrotério do HGCA. 

O sargento Cotias, considerou a situação porquê constrangedora e na opinião dele, houve negligência culposa da pessoa responsável por liberar os corpos no HGCA. Ele disse que o erro foi percebido por um dos filhos de Maria Luiza e considerou o roupa gravíssimo.

“Teve que ter interferência da Polícia Militar, para convencer as partes de que houve um erro grave. O caixão foi tirado para entregar a outra família, sendo que a família que enterrou Maria Luiza, o corpo da mulher ainda se encontra no HGCA. Peço aos responsáveis por nascente trabalho que tenham maior cautela, pois é uma situação constrangedora”, afirmou.

O sargento disse que o laudo da morte de Maria Luiza consta que a culpa do óbito foi covid-19, mas a família não confirma essa informação.

Segundo o hospital, o rebento da outra Maria fez o reconhecimento e a funerária fez a remoção. A unidade vai apurar o caso e ouvir todos os envolvidos. Vale sobresair que para evitar trocas, o Hospital Universal Clériston Andrade desenvolveu um saco com uma segmento transparente para mostrar o rosto da pessoa.   Uma funcionária do hospital, que também é modista, confeccionou muro de 80 sacos porquê o da foto supra.

Nota de Explicação

O Hospital Universal Clériston Andrade (HGCA) lamenta o roupa ocorrido na troca de corpos de duas pacientes vítimas de COVID neste domingo. A direção da unidade esclarece que os corpos estavam muito identificados, sendo a única coincidência o primeiro nome: “Maria”. O rebento de uma das vítimas fez o reconhecimento e a funerária a remoção do corpo. Protocolo estabelecido justamente para controlar nascente tipo de situação.

Uma outra medida adotada pelo hospital para evitar troca de corpos de vítimas de COVID, foi o desenvolvimento de um saco com uma segmento transparente para mostrar o rosto da pessoa (ver imagens aquém).   Uma funcionária do hospital, que também é modista, já confeccionou muro de 80 sacos específicos para pacientes com COVID. A unidade vai apurar o caso e ouvir todos os envolvidos. 

Ascom HGCA

 

Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade.



Por , em 2020-08-02 18:39:00


Manadeira www.acordacidade.com.br



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