Chino Darín conta como encara a quarentena junto com a namorada, a atriz Úrsula Corberó de ‘A casa de papel’, e o pai, Ricardo – [Blog da Solange Pereira]

RIO — A pandemia de Covid-19 paralisou a vida de milhões de pessoas e pegou muita gente em meio a viagens ao volta do mundo. Eles eles, o parelha de namorados Chino Darín e Úrsula Corberó. Chino se pegou na inusitada situação de exilado na mansão dos pais, Ricardo Darín e Florencia Bas. O ator contou, em entrevista ao programa “Corta por Lozano”, da TV argentina Telefe, porquê é, aos 31 anos de idade, voltar para a mansão dos pais.

“É um pouco estranho. E até ridículo, eu diria. Mas, ao mesmo tempo, tenho sorte porque me dou muito com eles e a convívio é fantástica. Mas é curioso voltar para a mansão onde cresci e não ter o meu quarto, que virou uma espécie de ateliê para minha mana Clarita”, respondeu o ator.

'Entre quatro paredes': Úrsula Corberó no elevador do prédio de Ricardo Darín, onde passa a quarentena ao lado do namorado, o ator Chico Darín Foto: Reprodução do Instagram
‘Entre quatro paredes’: Úrsula Corberó no elevador do prédio de Ricardo Darín, onde passa a quarentena ao lado do namorado, o ator Chico Darín Foto: Reprodução do Instagram

 

Chino admite que, mesmo num envolvente tranquilo e hospitaleiro, a situação de isolamento compulsório é estressante.

“Estamos todos com um humor muito instável, e zero pode ser oferecido porquê reservado. Temos momentos ótimos, e no dia seguinte não sabemos o que fazer da vida. Cada um leva esse isolamento porquê pode”, reflete. “Estamos submetidos a um tanto para o que não estamos preparados. Falava mais cedo sobre as crianças e a convívio no confinamento, e não quero fazer uma conferência ridícula, mas até os cachorros sentem isso. Moro com três cachorros e eles estão estranhos. Estão acostumados a transpor muito, e agora saem o mínimo. E estamos todos os dias presentes, sendo pessoas que trabalham. Eles estranham.”

O ator prateado atualmente mora com Úrsula, a Tóquio da série “A mansão de papel”, em Madri, na Espanha. Chino estava gravando a minissérie “O reino”, na Argentina, quando a pandemia foi declarada. Ainda no início da crise, antes da Espanha se tornar um dos epicentros, Úrsula foi para Buenos Aires passar uns dias com o namorado, mas a estadia acabou se prolongando.

“Ela vinha me informando sobre o que estava acontecendo com o coronavírus, já que via o desenvolvimento (na Espanha)”, recorda o ator. “As fronteiras ainda não estavam fechadas e, quando Úrsula estava no aeroporto, pedi que ela usasse máscara e álcool para desinfetar o lugar onde sentasse. Porque na Espanha eles minimizaram (o problema) e estavam todos nos bares. E depois de quatro ou cinco dias, decretaram o fechamento das fronteiras daqui e tudo explodiu.”

‘Elas cozinham, eu lavo a louça’

As tarefas domésticas que se tornaram tema de todas as conversas são também uma questão na mansão dos Darín — e Chino admite que elas não são tão muito distribuídas.

“Minha mãe faz tudo em mansão, não há porquê detê-la. Mas mantém todo mundo ativo porque, finalmente de contas, se você não faz um tanto, sente-se mal”, conta o ator. “Pelo bem-estar e alegria dos quatro, quem sabe cozinhar, cozinha, no caso minha mãe e minha namorada, Úrsula. Sou um sinistro e ninguém quer que eu cozinhe. Mas lavo a louça.”

Nos momentos de lazer, a rotina também não é tão dissemelhante do que se poderia imaginar.

“Fazemos exercícios, jogamos cartas ou os jogos que vêm à mente, e até apostamos nas tarefas domésticas. Estamos nos adaptando, porque não é a nossa mansão. Estamos nos acomodando nos espaços livres. A mansão é aconchegante e não há problema, felizmente. Se contrato cedo, roubo o escritório do meu pai. Se não, me viro em qualquer galeria.”

'Meus Adonis bailarino', escreveu Úrsula sobre o namorado, Chino, em foto no Instagram Foto: Reprodução
‘Meus Adonis bailarino’, escreveu Úrsula sobre o namorado, Chino, em foto no Instagram Foto: Reprodução

Na Argentina as medidas de isolamento foram decretadas logo cedo e o país conseguiu sofrear a expansão do coronavírus — até agora são 3.133, com 131 mortes. A forma porquê o presidente Alberto Fernández enfrentou a crise tem escora da maioria da população, inclusive de Chino.

“Estou satisfeito com as medidas que nosso governo tomou, embora eu não saiba porquê elas se sustentarão ou quais serão as consequências. Úrsula veio do Japão, passou duas semanas na Espanha e depois viajou para Buenos Aires. Seus pais estão em Madrid e, apesar de se falarem, ela se preocupa. E nosso apartamento em Madri, onde moramos, está vazio e ninguém pode ir lá”, lamenta.

Por , em 2020-04-22 16:13:00


Manadeira oglobo.mundo.com



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