Mendoza: paraíso dos amantes do vinho (Parte II) – [Blog da Solange Pereira]

O vinho é mais vetusto que a história da humanidade, com certeza surgiu muito antes da escrita. Os primeiros sinais da existência do vinho são de 8.000 A.C, na Geórgia. E é citado na Bíblia, no Idoso Testamento, no livro do Gênesis: depois do Dilúvio, Noé começou a cultivar a terreno e plantou uma vinha. 

Na Mitologia Grega, Dionísio era o deus do vinho, o mesmo que Baco, para os romanos. O indumentária de ter surgido em tempos muito remotos, comprova que o vinho acompanhou a evolução econômica e cultural da humanidade inteira. Por isso, acho interessante racontar para vocês a história da principal região vinícola da Argentina, a província de Mendoza, que produz murado de 70% dos vinhos do país.

Sua localização é privativo para a cultura de vinhedos e o terroir é perfeito. A altitude varia entre 900 e 1.800 metros, suas terras são desérticas, a chuva muito escassa, o vento sequioso, baixa umidade do ar, estes fatores combinados evitam pragas e fungos.

O indumentária de estar aos pés da Serrania dos Andes, cuja neve derretida irriga as vinhas, dá um sabor e um odor privativo aos vinhos daquela região. A cidade de Mendoza tem um sistema de canais em todas as ruas, ao lado do meio-fio, por onde escorre sempre a chuva da neve liquefeita que vem dos Andes. Imaginem que estes canais fazem segmento do traçado da cidade desde a quadra da sua instauração em 1561.

Cá para nós, um risco, qualquer distraído pode muito muito tombar no conduto e quebrar um braço, uma perna.  A produção de vinho começou na segunda metade do século XIX, por volta de 1853, quando o governo prateado mandou vir do Chile para plantar em Mendoza, as uvas Merlot , Cabernet e Malbec. Ali começava a história do sucesso da indústria vinícola da região, que tomou um impulso muito maior em 1990,quando empresários argentinos e internacionais investiram pesado na implantação de novas tecnologias, passando a usar cubas de aço inox com controle de temperatura, mudando o cultivo e a seleção do tipo de uva que seria acertada para a região, para o terroir, o que resultou num prolongamento depressa da indústria do vinho da Argentina. Hoje em dia, levante país é o quinto maior produtor de vinhos do mundo.

Em Mendoza destaco os pontos turísticos: Parque General San Martin, Estádio Parque e o Cerro de la Gloria, de onde se tem uma linda vista de toda a cidade. Uma vez que sempre, prometo à mim mesma não comprar zero para não carregar peso, mas foi impossível, porque o artesanato é rico, bonito e variado, principalmente as peças de alpaca e madeira trabalhada (tudo lindo demais), chapéus de pele, agasalhos de velo cashmere (comprei um monte),chocolates feitos lá mesmo (deliciosos) e os indefectíveis alfajores. Ah! E os cremes umectantes e rejuvenescedores feitos dos caroços de uvas contendo muito resveratrol, polifenóis, flavonoides, vitamina C e E, todos poderosos antioxidantes e portanto protegendo nossa pele dos radicais livres.

Quanto a trazer os vinhos de lá não acho recomendável. É muito stress! Melhor comprar por cá mesmo depois de saber “in loco” os melhores vinhos.

Viajei para Mendoza no termo do ano pretérito em óptimo companhia: um seleto grupo formado pela curitibana Rafaela Pilagallo, dona da ETourism, que organizou um tour perfeito para conhecermos as melhores vinícolas, algumas delas com o almóço enogastronômico incluído. Visitamos as Bodegas Luigi Bosca,Salentein, Catena Zapata,La Azul, Andeluna,Chandon , El Enemigo e Zuccardi . 

O enólogo Ricardo Pisani integrou o grupo e o competente guia prateado Vicente sabia tudo sobre a região.Todas as fotos são de minha autoria e nelas vocês podem ver as bodegas , os vinhos degustados, nosso grupo e a Rafaela junto com o Alejandro Virgil, possuidor da Bodega El Enemigo.  



Por , em 2020-04-20 11:43:58


Manancial www.acheiusa.com



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