Sebrae aproxima produtores e clientela no RN – [Blog da Solange Pereira]

Uma iniciativa inédita aproximou, de forma online, empresas ofertantes e compradoras na primeira Rodada de Negócios realizada pelo Sebrae do Rio Grande do Setentrião neste período da pandemia do Coronavírus (Covid-19). Na semana passada, 20 empresas do setor da indústria de confecções potiguar ofertaram seus produtos para 11 potenciais compradores do Rio Grande do Setentrião e da região Nordeste. O volume de negócios futuros será divulgado na próxima semana. Mas, a primeira rodada foi bastante exitosa na medida em que só de máscaras foram negociadas mais de 3 milhões de unidades, entre TNT e em tecido.Segundo o gerente da Unidade de aproximação à Mercado do Sebrae-RN, David Góis, o objetivo da rodada virtual é promover a realização de negócios e facilitar a aproximação das empresas do setor de confecções com compradores do estado e da própria região Nordeste, dos segmentos varejista e distribuidor. “Avaliamos tão muito essa primeira rodada, que estamos planejando outros eventos de aproximação de setores da indústria e negócio, fabricantes de embalagens e plataformas de delivery e do setor de agronegócio”, anuncia David Góis.

Iniciativa oportuna
Devido à escassez no mercado das máscaras cirúrgicas e N95 e também a orientação do Ministério da Saúde sobre o uso da máscara em tecido pela população, as indústrias de confecções e as oficinas de costura adequaram a produção para atende a demanda para atender ao mercado lugar. Há quase uma dez no mercado natalense, a Uniformize operário de uniformes profissionais hospitalar, escolar e esportivos, participou da rodada virtual. A empresária Lúcia Medeiros disse que fez muitos contatos e acredita que há oportunidades de negócios. “Eu achei a iniciativa do Sebrae muito oportuna, porque não estamos podendo manter contato presencial com os compradores e assim, via online, facilita o contato com várias empresas. A gente ganha tempo e ainda economiza, sem a premência de deslocamento”, elogia Lúcia Medeiros.

Dentre os produtos negociados estão os itens de equipamento de proteção individual, os chamados EPIs, que estão sendo muito requisitados pelas grandes redes de varejo, porquê farmácias e supermercados, e atacadistas para a utilização das equipes de trabalho e revenda, além de empresas que continuam abertas nesta tempo, visando a proteção contra o vírus que provoca a doença COVID-19. São máscaras em tecido e TNT, aventais, pijamas e toucas. Segundo a gestora do Setorial da Tendência do Sebrae-RN, Verônica Melo, a maior demanda foi por máscaras de proteção facial, que criam uma barreira física e impedem que a emissão de gotículas seja projetada quando o usuário fala, tosse ou até mesmo respira. Foram negociadas mais de 3 milhões de unidades destas máscaras.

Por , em 2020-04-18 13:44:43


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