Artesãs do Cabo de Santo Agostinho produzem máscaras de tecido – [Blog da Solange Pereira]

Ao todo são 17 costureiras na produção das máscaras

Ao todo são 17 costureiras na produção das máscarasFoto: Divulgação/ Cabo

Uma das recomendações que a Organização Mundial da Saúde(OMS) viu, uma vez que estratégia, para o controle da propagação do coronavírus, foi a recomendação do uso de máscaras para a população que se transferir nesse período de quarentena. Muitas das máscaras cirúrgicas compradas pela população acabaram fazendo falta no mercado para os profissionais de saúde. Pensando nisso, e também uma vez que uma escolha de renda extra nesse período de pandemia, um coletivo de 17 mulheres artesãs começou a confeccionar, em suas casas, e vender máscaras de tecido.

As costureiras são do município do Cabo de Santo Agostinho, por meio da coordenação de Artesanato da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo, que apoiou a produção iniciada no último dia 31. Foram disponibilizadas as informações técnicas para produção das máscaras, conforme estabelece a Anvisa (Escritório Pátrio de Vigilância Sanitária). Elas também utilizaram uma videoaula que as instruíram a uma vez que produzirem, alinhadas com os padrões necessários ao resultado.

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As máscaras seguem os padrões estabelecidos pela Anvisa. Elas são produzidas nas medidas correta, cobrem totalmente a boca e o nariz, e são muito ajustadas para que cubram muito o rosto, sem deixar espaço nas laterais. São produzidas diariamente, chegando a 100 unidades por dia, com preços que variam entre R$ 3 a R$ 5.

Antes a artesã Rozeoni Gomes, 50 anos, era habituada a somente produzir bolsas e bijuterias, mas em pequenas quantidades. Atualmente, ela faz secção do coletivo e é responsável pela costura de 40 máscaras por dia, de tecido 100% algodão e vende cada uma a R$5. Ela explicou a preço de trabalhar em prol da população nos dias de dificuldade que estamos passando e uma vez que iniciou o trabalho. 

“Tudo começou com uma amiga que precisava transpor para trabalhar e não tinha a máscara de proteção, nem lugar para comprar. Ela me pediu para fazer umas para se proteger nos coletivos. Portanto eu produzi e ela divulgou meu trabalho e graças a Deus as demandas começaram a chegar”.

O novo horário de trabalho da modista vai das 8h até as 17h, ela tira somente uma hora de folga para o almoço, toda a produção é feita em moradia. Já a entrega fica por conta do fruto dela que vai ao encontro dos clientes que ligam pedindo as máscaras por encomenda dois dias antes. Para quem se interessar em comprar as máscaras, pode vincular para o número (81)98796.5780 e falar com Auzira Maria, Presidenta da Associação de Artesões do Cabo de Santo Agostinho (ACA).

 

 

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Por , em 2020-04-17 18:09:00


Manadeira www.folhape.com.br



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