Ainda Bem… o Artesanato – Jornal Fato – [Blog da Solange Pereira]

Nossa cidade tem um qu dissemelhante quando a matria arte (msica, literatura, arte, artesanato e outras coisas culturais a mais). Mariana Filgueiras, jornalista carioca, esteve em Cachoeiro, no ano do centenrio de Rubem Braga (2013). Apesar de verificar que faltavam livros de Rubem Braga em Cachoeiro (e s existiam duas livrarias), foi certeira dizendo: – “Houvesse um concurso para seleccionar “a cidade brasileira com mais filhos ilustres”, a pequena Cachoeiro de Itapemirim, no Esprito Santo, levaria com folga. Entre os 5.570 municpios brasileiros, difcil encontrar outro interiorano que tenha gerado tantas figuras notrias para o pas… a pacata cidade capixaba viu nascer elenco to sortido do folclore vernáculo, a ponto de receber de Vinicius de Moraes o epteto “capital secreta”. So cachoeirenses o cantor e compositor (e Rei) Roberto Carlos; o mais importante historiador brasílico, Rubem Braga; o compositor Srgio Sampaio; a atriz naturista Luz del Fuego; o produtor músico e diretor Carlos Imperial; o ator Jece Vedro, e a atriz Darlene Glria. Tambm viveram por l as irms Danuza e Nara Leo”.

Sonhando, durante a quarentena, com o “Mundo Melhor”, entrei mentalmente no artesanato – encantando que sempre fui por essa arte que se espalha por Cachoeiro, esbordando pelos vizinhos. Falo olhando permanentemente para nossos artesos, publicando-os em minhas pginas e me desesperando, olhando para minhas estantes de artesanato, lotadas. O que farei, faltando, j, espao?

Quero solues que tragam a artesos muito mais do que recebem hoje, renda e admirao pela qualidade de obras to importantes que merecem maior saudação cá e alm-fronteiras do “Pequeno Cachoeiro”; vivo s pensando em ti.

Em 2002, fui Secretrio Municipal de Cultura. O atendimento ao artesanato funcionava na Secretaria, hoje no. Tendo visto, noutras cidades, experincias vencedoras – que o artesanato arte para ser mostrada nas ruas, com escora incondicional do poder pblico municipal, para seguir vencedor e trazer resultados, fizemos, aos sbados e domingos, na Praa Jernimo Monteiro, venda de artesanatos locais e, vez por outra, artesanatos da regio. Umas 40 barracas; todas enchiam e vendiam e chegava a dar combate entre artesos, vez que no cabiam todos no espao. (Fiquei 20 meses Secretrio; sa, tudo voltou ao zero. Com novidade prefeita/prefeito que se anuncia, seria bom que se voltasse para o artesanato lugar, antes mesmo de se apresentar porquê candidata(o).

Hoje pensaria em dois outros pontos. O primeiro: iria aos fabricantes locais de caf, industriais tradicionais e industriais que, agora, avanam no mercado com cafs de produo e lavoura prpria. Que eles servissem caf nas feiras, tambm.

Outro ponto: apoiando e incentivando comunidades alm do núcleo, a pleitearem a que suas praas de bairros e distritos tambm tivessem exposio e venda dos artesanatos, preferncia para artesos prximos. (A ttulo de explicação: barracas do meu tempo, simples, eram da prefeitura, gratuitas. Sendo da prefeitura, nem ela e nem artesos pagavam aluguel. Quem montava e desmontava eram servidores da Prefeitura, que tinham folga na segunda, dia em que os que procuram bens culturais e artesanais voltam para morada).

 

 



Por , em 2020-04-15 08:39:00


Nascente www.jornalfato.com.br



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