Máscaras reforçam proteção contra a Covid-19 – [Blog da Solange Pereira]

ORIENTAÇÃO Alessandra Oishi destaca que é necessário, principalmente, ter desvelo para colocação correta da máscara no rosto. (Foto: Eisner Soares)

O caminho seguido por um grande número de pessoas em seguida o Ministério da Saúde orientar o uso de máscaras para reduzir a contaminação pelo novo coronavírus, que transmite a temida Covid-19, e por outros vírus, começou a ser percorrido pela administradora de empresas mogiana, Alessandra Oishi, no início de março. Primeiro, para atender familiares e amigos.

Adepta da costura criativa, um concepção oferecido à geração de utilitários porquê acessórios, bolsas e outros, que tecidos e materiais duráveis, a mogiana formada em Gestão de Empresas e com especialização em Finanças e Controladoria, viu crescer rapidamente os pedidos, com o sumiço das máscaras do mercado e o agravamento da propagação do coronavírus.

Até o mês pretérito, ela produzia roupas pets, um negócio que foi trocado pela urgência da urgência criada em poucas semanas pela pandemia da Covid-19.

Logo em seguida atender os familiares, Alessandra começou a estudar o tema, conversar com profissionais da extensão de saúde e utilizar fontes científicas. E já teme, hoje, a avalanche de máscaras que estão sendo feitas com materiais contraindicados para prometer a proteção do usuário.

“Todas as máscaras têm uma eficiência de até 99% e há as que vão proteger muito menos do que isso”, pondera. Para ela, duas questões precisam ser muito informadas à população. A primeira diz reverência ao tecido usado para a fabricação da máscara. Ela produz dois tipos, porquê tecido de 100% de algodão. Um é formado com a sobreposição de duas camadas do tecido, e o outro, leva ainda uma estrato extra, com o TNT, o que garante uma barreira ainda mais potente para evitar a passagem do vírus. A segunda escolha é mais eficiente, porém, possui o desconforto térmico, durante os dias mais quentes.

Dito isso, outros desafios estão sendo lançados aos brasileiros para se prometer a eficiência do uso do apresto que protege a saúde de terceiros, com a eliminação de uma segmento da trouxa de vírus expelida pelo esternutação, tosse, suor ou cuspe. Alessandra destaca principalmente a colocação correta no rosto, já que o protótipo não pode permanecer frouxo, e o manuseio inadequado – que pode ampliar as chances de quem está usando a máscara se infectar.

“Depois colocá-la, a pessoa não pode permanecer tirando, por exemplo, para falar, ou consertar no rosto. É preciso falar mais elevado, e nunca permanecer tirando e recolocando. Aliás, as pessoas não devem permanecer tocando na máscara, porque as mãos ‘carregam’ o vírus”, destaca.

Várias são as recomendações que começam a ser dadas pelas autoridades sanitárias e médicas (veja quadro nesta página). Uma das preciosas orientações, indica a modista, é o uso somente por durante duas horas – em seguida isso, a máscara deve ser trocada, e a limpeza correta dos modelos que são feitos de tecido, e não serão descartados no meio envolvente posteriormente.

Aliás, a sustentabilidade é defendida por ela, nesse momento. As descartáveis são manadeira de lixo e poluição, enquanto as de tecido podem ser reutilizadas, em seguida serem lavadas e passadas (caso das que não usam o TNT). Para contribuir com o projeto, o telefone é 92007-1126.

Já faltam elástico e variedade de tecidos

Em cinco semanas, a subida demanda por tecidos e elásticos já demonstrou que esse nicho enfrentará problemas a pequeno. A cartela de várias estampas que Alessandra Oishi possui em estoque já está mais restrita e ela acredita que usar somente os tecidos lisos poderá ser uma opção nas próximas semanas.

O insulto dos preços foi notado, rapidamente. O elástico sumiu do mercado. E está com o preço nas alturas. Antes do coronavírus, a embalagem com 100 metros estava sendo vendida a R$ 30,00. Agora, custa R$ 100,00 e não está sendo encontrada porque muitas lojas estão fechadas e houve uma grande procura pelo aviamento.

Mesmo com essas dificuldades, Alessandra não pretende penetrar mão da qualidade do resultado. “Há tecidos que começam a ser usados mais baratos, mas que não protegem o usuário. Também penso em uma maneira de baratear o dispêndio da máscara”. Hoje, o kit com três unidades, de algodão, custa R$ 30, e com o algodão e o TNT, R$ 35. No mercado, há todos os tipos de preço, mas a empreendedora lembra que a qualidade das peças precisa ser levada em consideração pelo comprador.

Alessandra já planeja comprar uma máquina elétrica para ampliar a produção, diminuir a espera pela entrega das máscaras, e até baratear o resultado. “É preciso ter consciência, agora, muitas pessoas, ao mesmo tempo, estão precisando dessa proteção, e há uma questão econômica, com pessoas sem trabalho, salários menores”.

Ao transmigrar das roupas pets para a máscara, a empreendedora confirma que há saídas, mesmo em um momento de incertezas, porquê essa. Ela procura, inclusiva, alguma parceria, com qualquer estabelecimento que possa expor e vender suas máscaras. Ela não tem disponibilidade para fazer as entregas;

Sobre isso, pontua: “diante de um momento difícil, de uma sátira, de alguma coisa que não deu notório, há duas alternativas – sentar, chorar e permanecer parado, ou se erguer, levantar a cabeça e fazer melhor, buscar outro meio para seguir. É isso que todos nós precisamos fazer agora, se reinventar e ter a certeza que se um negócio parar e o proprietário não reagir, não continuar trabalhar, fazer entrega, vender pela internet, e etc., a situação será realmente caótica”.

Hábito passa por adaptação no Brasil

Mogiana, aos 37 anos, Alessandra já residiu no Japão. E comenta que o uso das máscaras ainda passará por um período de adaptação no Brasil, que não tem esse hábito saudável. “O Brasil está ainda muito moroso na cultura sanitária, quando se compara com o Japão, e outros países”, comenta, embora destaque outros predicados que o país do oriente não possui porquê a potente rede de relacionamentos sociais existente no Brasil.

Questionada se acredita que as máscaras vieram para permanecer, ela para um pouco, antes de responder: “É complicado prever porque, no Japão, as regras funcionam, são cumpridas, independente de serem fiscalizadas. E há uma cultura proveniente, de isolamento social. Isso não ocorre no Brasil, onde as pessoas são sociáveis. Aliás, cá, além de uma norma exigir a fiscalização, ainda tem pessoas que burlam a lei, pagam para, por exemplo, se livrar de uma multa”, argumenta.



Por , em 2020-04-14 14:06:40


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