Mary Ann Cotton e a dose amarga do mal – [Blog da Solange Pereira]

Nascida Mary Ann Robson, no dia 31 de outubro de 1832, Mary Ann era filha de um par de jovens pobres que tinham uma vida de nomadismo por conta do pai, Michael Robson, que era um mineiro e normalmente só encontrava trabalho longe de onde eles moravam. Mary Ann não só cresceu escutando de todos que ela possuía uma venustidade fora do generalidade, quanto tendo o privilégio de somente gozar de sua puerícia brincando e estudando, muito dissemelhante da veras de outras crianças.

Por volta de 1839, quando Mary Ann tinha 6 anos, a família se mudou para uma povoado próximo a Murton, na Inglaterra, mal a Hetton Colliery (ferrovia para minas de carvão) se estabeleceu. Em um dia dos 9 anos de idade da pequena, o seu pai caiu dentro de um poço de carvão e acabou morrendo. O indumentária trágico marcou de vez a mudança de vida de Mary Ann, no entanto, não se sabe se também de uma forma psicológica que deixou marcas nunca recuperadas em sua psique infantil.

Mãe e filha permaneceram na povoado depois a morte do varão e tiveram a ajuda de inquilinos para os quartos da morada que alugaram, uma vez que forma de sustento de suas vidas. Aos 16 anos de idade, Mary Ann foi embora de morada por não se dar muito com o novo marido de sua mãe, o mineiro George Scott. Durante esse período, ela foi trabalhar uma vez que enfermeira, professora dominical e criada para uma família endinheirada em South Hetton. Ela voltou depois três anos para a morada da mãe somente para aprender a ser modista.

Morte por toda a secção

Mary Ann Cotton mais jovemMary Ann Cotton mais jovem

À essa fundura, Mary Ann já era uma mulher dissemelhante. Durante os três anos que passou com a família rica, ela foi introduzida a um universo de deslumbre que era pautado nas oportunidades, mais do que o conforto, que o moeda poderia comprar. Nesse ínterim, a mulher usou e abusou da venustidade que penduravam nela, o que atraía uma atenção fora do generalidade para uma pessoa pobre uma vez que ela que deveria ser “despercebida” uma vez que toda a criadagem.

Mal fez 20 anos de idade, Mary Ann se casou com um mineiro chamado William Mowbray numa cerimônia em Newcastle, muito longe de onde seus familiares moravam, pois já estava pejada e seria mal vista pelos outros. O par se mudou para o subúrbio da Cornualha, perto do Rio Tamar, por conta do trabalho de Mowbray. A partir daí, a vida da mulher se tornou triste e obscura. Ela deu à luz a “quatro ou cinco filhos”, pois ela nunca conseguiu se lembrar do número exato, e todos morreram precocemente, exceto uma pequena que ela nomeou de Margaret. Em 1860, essa sucumbiu à escarlatina.

O par se mudou para a região costeira de Sunderland, conhecia pela variedade de bares, marinheiros e bordéis. Mary Ann e William tiveram mais três filhos: Margaret, Jane e John, sendo que o último faleceu de diarreia com somente um ano de vida.

Em um limitado período, a mulher tinha enterrado pelo menos seis filhos. A dispensabilidade e sensação de orfandade criaram raízes na vida emocional de Mary Ann. Em vista disso, com o marido frequentemente fora de morada, ela começou a ter um relacionamento com um mineiro chamado Joseph Nattres. Ela engravidou e o bebê – que ela dizia ser de Mowbray – morreu logo depois que foi batizado, em setembro de 1864. No ano seguinte, William Mowbray morreu de tifo e, convenientemente, Mary Ann passou a receber o seu seguro.

O silêncio por detrás

A mulher sempre foi prestigiada pela sociedade da épocaA mulher sempre foi prestigiada pela sociedade da estação

A mulher começou a trabalhar uma vez que enfermeira em Sunderland mal a sua filha, Margaret, morreu igual o pai e Jane foi morar com a avô materna. Mary Ann ficou conhecida uma vez que uma profissional incrível e adorada. No hospital onde trabalhava, ela conheceu o belo George Ward, com quem engatou um romance e se casou semanas depois. Porquê de praxe, ninguém da família soube de zero. Depois de 15 meses, Ward morreu sob o atestado de malquerença e febre tifoide, embora os sintomas descritos não batessem para os médicos. O varão deixou somente o moeda do seguro para a mulher.

Sem filhos e nenhum marido, tampouco parecendo suportar a dor do luto, Mary Ann se mudou de novo para trabalhar uma vez que doméstica de James Robinson, um viúvo pai de cinco filhos, no subúrbio de Sunderland. Um dia depois, o fruto recém-nascido de Robinson supostamente morreu de febre gástrica. Não demorou para que a mulher se aproveitasse da fragilidade do varão e se envolvesse com ele.

No início de 1867, já pejada de Robinson, Mary Ann foi visitar a sua mãe doente, que morreu nove dias depois, apesar de ter demonstrado melhoras. Ela levou Jane consigo para a morada onde trabalhava. Foi num espaço de quatro dias que mais dois filhos de James Robinson morreram. Seis dias depois, em 30 de abril de 1867, Jane Mowbray, aos 9 anos, também faleceu.

Para evitar a ilegitimidade de seu próximo fruto, Mary Ann e James se casaram à sombra das mortes de tantas outras crianças. A mulher nomeou a gaiato de Mary Isabella, que ficou doente e morreu em março do ano seguinte. O segundo fruto do par nasceu em junho de 1869 e lhe foi oferecido o nome George Robinson.

Logo depois o promanação, James Robinson descobriu que Mary Ann estava roubando a sua conta bancária e incentivando os filhos sobreviventes do varão a penhorar os seus pertences para remunerar as dívidas dela. Até hoje não se sabe com o que Mary Ann estava gastando o moeda. Ela foi expulsa da morada do varão.

“Ele se vai uma vez que o resto”

Frederick CottonFrederick Cotton

Ninguém nunca achou curioso o indumentária de as pessoas estarem morrendo ao volta de Mary Ann, que seguia feminina, prestativa e dedicada, o estereótipo ambulante da sociedade vitoriana da estação. Ao invés disso, porém, eles se importavam mais em uma vez que ela trocava rápido de marido e sempre atraía um mais bonito e bem-sucedido do que o outro.

Para o assombro de todos, Mary Ann passou um tempo sozinha até saber Frederick Cotton, irmão de uma amiga sua, Margaret Cotton. Ela rapidamente fez de tudo para seduzir o viúvo que perdera dois de seus filhos. A mulher descobriu que Frederick receberia o seguro de 60 euros caso a sua mana morresse. Algumas semanas depois, Margaret apareceu morta e Mary Ann pejada.

Em setembro de 1870, Frederick se casou na igreja St. Andrews, em Newcastle, sem saber que Mary Ann já era casada. A família se mudou para o sul de Durham e Frederick morreu no ano seguinte sem nunca saber da bigamia de sua esposa. Mary Ann, por sua vez, recebeu uma indenização pelos dois filhos do varão e mais a ajuda de Joseph Nattres, o seu velho caso, que a reencontrou e foi morar com ela.

Na estranha primavera de 1872, misteriosamente, morreram Nattress e mais duas crianças da família Cotton. Quando indagada por Thomas Riley, um paroquiano sítio, se o fruto em seus braços não atrapalharia enquanto os cuidados que ela prestaria para uma mulher que estava doente de varíola, Mary Ann simplesmente respondeu: “Eu nunca me incomodo por muito tempo. Eles sempre se vão”. Cinco dias depois, o último membro da família Cotton, Charles, ficou doente de repente e morreu.

Mary Ann, uma vez que uma nuvem escura e sinistra, seguiu a vida.

Porém, Thomas Riley recebeu a notícia da morte do garotinho com suspeita, pois a gaiato parecia perfeitamente muito dias antes. Enquanto todos consolavam a mulher, ele alertou a polícia e os convenceu a penetrar um questionário. Quando o médico reteve amostras do estômago de Charles Cotton depois de exumá-lo, descobriram que continham resquícios de arsênico no organização do garoto.

A melodia de Mary Ann

A mídia da época fez do caso um circoA mídia da estação fez do caso um circo

Para a surpresa de todos, Mary Ann Cotton foi presa no dia 18 de julho de 1872 pelo assassínio de Charles Cotton. Ela se manteve uma muramento de silêncio com relação a tudo, porém as investigações começaram a fazer o trabalho que a língua da mulher não faria. Eles refizeram a vida inteira dela e foi exumando os cadáveres de Nattress, Frederick Cotton Jr e Robert que eles descobriram mais do arsênico.

Isso foi mais do que o suficiente para o juiz. No entanto, Mary Ann já tinha ido muito além. Ela havia assassinado absolutamente todos os seus filhos, exceto os seis primeiros que tivera com William Mowbray, todos os maridos, a sua cunhada e até a própria mãe com doses de arsênico. Mas foi a sua postura, o seu jeito resignado e de falsa dor que nunca permitiu que os médicos fossem além. Por fim, ela era só mais uma mulher enlutada.

Mary Ann Cotton foi a primeira assassina em série da história da Europa, usando da própria estrutura social em que se encaixava para desenvolver o seu modus operandi, e dos quais histórico foi ofuscado por seu sucessor, Jack, o Estripador. 

Em 24 de março de 1873, a mulher foi enforcada. O morto dela permanece suspenso até hoje, só que no folclore europeu, em que eles cantam uma vez que uma antiga melodia infantil: “Mary Ann Cotton, ela está morta e podre. Deitada na leito com os olhos abertos. Oh, o que devo trovar? Mary Ann está amarada com barbante…”.



Por , em 2020-04-13 20:11:52


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