Esperança para os mais vulneráveis |SolidáRio Notícias – [Blog da Solange Pereira]

Texto de Rafaela Torres

A ONG Pipa Social foi fundada pela jornalista e publicitária Helena Rocha, no final de novembro de 2011, com o objetivo de capacitar profissionalmente mulheres das comunidades de baixa renda do Rio de Janeiro. Pararelo ao seu trabalho na dimensão de informação e publicidade, atuava uma vez que voluntária em ONGs, criando projetos sociais que se multiplicaram com sucesso. Em 1993 conheceu o sociólogo Herbert de Sousa, o Betinho (1935-1997), quando ele fundou a Ação da Cidadania. Foi sua grande manancial de inspiração para lutar pelo que acreditava. Depois alguns anos de voluntariado, Helena saiu do mundo corporativo e foi contratada pelo Terceiro Setor . Uma decisão que, na sua opinião, a possibilitou contribuir para a melhoria da qualidade de vida de inúmeras famílias, formando agentes autônomos, donos do seu próprio orientação, minizando o sofrimento de inúmeras pessoas que não tiveram e que não têm oportunidades na vida. “A Pipa Social  nasceu da urgência de dar voz e visibilidade a talentosas artesãs e costureiras que vivem em comunidades de risco social e querem mostrar seus trabalhos e viver da própria arte” – frisa Helena Rocha.

O segundo passo foi encontrar um lugar alcançável e tempestivo para montar o ateliê, o que só aconteceu em julho de 2012. Os amigos ajudaram uma vez que puderam, doando mesas, cadeiras e computadores. Empresas doaram tecidos e materiais de artesanato.

Artesãs e costureiras de várias comunidades foram convocadas. Voluntários de tendência se uniram para fazer secção do coletivo. Todos trabalharam arduamente. Resultado: em dezembro de 2012 foi lançada a primeira coleção de tendência, e realizada uma sarau para comemorar a venda de 70% da coleção. “O objetivo foi atingido porque cá se aprende a trabalhar com paixão. E com paixão os produtos saem mais bonitos porque todos estão felizes. Em cada resultado da Pipa existe essa vigor da transformação e do paixão. Somos uma grande família” – revela a diretora da ONG.

Morro e asfalto – Geovana Costa conheceu a Pipa por meio das redes sociais em 2016. Achou interessante e se voluntariou para o trabalho. Ajudou com namoro de tecidos e fez muitas amizades. Tinha o objetivo de se aproximar de pessoas da dimensão da tendência ou artesanato. Ao saber seu trabalho, Helena Rocha fez uma proposta para que, além de voluntária, ficasse uma vez que artesã na instituição. E lá ficou durante um ano. “Uma experiência memorável, pois possibilitou a troca de saberes e vivências com pessoas maravilhosas,” – relembra Geovana.

Em novembro deste ano a ONG completa oito anos. Já beneficiou 49 comunidades até agora. Atualmente possui loja virtual e showroom no ateliê em Botafogo. É um polo de geração, de produção e de informação voltado para pessoas que moram em comunidades, com foco na procura por posicionamento profissional e inclusão social. Investe em um Banco de Talentos de empreendedores sociais que trabalham com arte, artesanato e tendência, para promover a qualificação profissional com geração de trabalho e renda, aproximação à informação com consultorias exclusivas e formalização nos negócios. “Queremos ser referência uma vez que projeto de inclusão que ousou dar um passo a mais na transformação social de pessoas que vivem em comunidades de baixa renda para diminuir o precipício entre morro e asfalto.”, afirma Helena Rocha.

Por que Pipa Social? “A pipa é um ícone da cidade do Rio de Janeiro, das comunidades, lembra o sol, vento, alegria, positividade, olhar para o firmamento, dar risca para a vida! Desde a instalação a Pipa Social se propôs a fazer tendência aplicando os critérios de sustentabilidade em seus produtos, e em prol do planeta e das gerações futuras. A Pipa é reconhecida por leste concepção de soluções estéticas de uso de resíduos” – explica Helena Rocha.

– Já foram realizados vários cursos uma vez que crochê, bordado e macramê. Preparamos nossas artesãs para dar lição, ensinamos a fazer um projecto de lição, um planejamento de curso e abrimos inscrições. Assim elas podem também dar aulas nas comunidades, pois estão preparadas para isso. A Ong já está se organizando e se estruturando para que, num horizonte próximo, comece a exportar suas coleções, muito uma vez que a oferecer novos cursos para quem quer dar início a uma curso na dimensão de tendência. O foco será sempre as pessoas de comunidades carentes que não têm oportunidade. A Ong já exportou produtos uma vez que trabalhos bordados à mão sobre desenhos de Tarsila do Amaral para Portugal.

Embora as mulheres representem mais de 90% uma vez que membros da ONG, o sexo masculino é bem-vindo.“Ajudar a Pipa Social será sempre um prazer, seja participando voluntariamente das atividades semanais, ou contribuindo para a divulgação diária do projeto. Conheço a visionária Helena Rocha de longa data, e sei o quanto sua dedicação é mágica e capaz de transformar ideias simples em verdadeiras minas de ouro. Parabéns! E viva a conscientização social!” – frisa Alexandre Horto.

A cultura profissional e a visão social proporcionou visibilidade e credibilidade, com participação em diversos eventos, além de alguns prêmios. “A Ong participou de todas as feiras de tendência e de decoração uma vez que o Veste Rio e o Morar Mais por Menos, assim uma vez que bazares e eventos de tendência. Ganhamos o Prêmio Rio VIES Tendência do IED – Instituto Europeu de Design – e da Prefeitura do Rio, onde fomos premiadas nas quatro categorias: estilo, sustentabilidade, gestão e inovação. A Ong não tem patrocinadores e, por isso, precisamos de investidores uma vez que todo projeto social. Mas temos muitas parcerias incríveis com empresas que doam materiais, tecidos, consultorias, fazem campanhas publicitárias, ajudam na secção jurídica, na informação e na gestão. Enfim, em tudo o que precisamos para continuar com as portas abertas.” – explica Helena Rocha. E ressalta algumas parcerias “Firmamos parcerias fundamentais para a ininterrupção de nosso trabalho social” -Apex-Brasil; Núcleo Brasil Design; Design Export; Embaixada da Austrália; Fecomércio; IED Rio – Instituto Europeo di Design; Kalimo; La Estampa; PEIEX -Apex-Brasil; SEBRAE e UFRJ.

– Segundo o site www.politize.com.br, o Terceiro Setor é o conjunto de atividades voluntárias desenvolvidas em obséquio da sociedade, feita por organizações privadas não governamentais e sem o objetivo de lucro, independentemente dos demais setores (Estado e mercado) – embora com eles possa firmar parcerias e deles possa receber investimentos. O desenvolvimento do Terceiro Setor pode ser visto uma vez que um tanto bastante positivo para a sociedade, já que se tornou uma grande força econômica, principalmente em relação ao desenvolvimento do serviço de mão de obra, formação de voluntariado e geração de renda mediante a oferta de bens e serviços.

Locais onde você encontra os produtos da Pipa Social:

Showroom/Ateliê – Rua das Palmeiras, 54 – Botafogo

Des Idées Coletivo – Rua Visconde de Pirajá, 550 – Ipanema

Loja do Jardim Botânico – Rua Jardim Botânico, 1008.

Quem quiser, pode ser um companheiro da Pipa, colaborando periodicamente. Ou ser um doador de material de escritório ou artesanato. Pode ser também um voluntário, um divulgador ou parceiro da ONG. Se preferir, entre nas redes sociais para saber um pouco mais do trabalho da Pipa Social. Ligue para (021) 2527-7720, ou mande um e-mail para [email protected]

O endereço da ONG é: Rua das Palmeiras, 54
Botafogo – RJ
CEP: 22270-070
Sincero diariamente: 10:00 às 18H
www.pipasocial.org.br

Por , em 2020-04-13 17:37:00


Nascente solidarionoticias.com



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