Clientes se divertem com escolha de estampas ‘fofinhas’, e costureiras lucram com pedidos de máscaras em Curitiba | Paraná – [Blog da Solange Pereira]




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A recomendação do Ministério da Saúde para o uso de máscaras porquê mais uma medida de proteção contra o coronavírus fez com que muita gente corresse para prometer o resultado. A venda das máscaras também tem sido um conforto no bolso de quem está confeccionando para vender.

O matéria é sério, mas tem muita gente tentando deixar o clima um pouco mais ligeiro, principalmente quando o matéria é – a escolha da estampa da máscara. As mais procuradas são as com temas “fofinhos”, segundo as costureiras. A Luana Viera do Prado, que mora em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, por exemplo, quis comprar uma máscara com estampa de moranguinhos para ela e para a mãe.

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“A gente sabe da seriedade de tudo isso, mas não podemos deixar de nos divertir. Cá em morada, cada um escolheu uma estampa lítico, de cores, personagens ou desenhos que gostam. Eu e minha mãe escolhemos uma com morangos e ficamos no maior estilo. Para o meu pai, escolhemos uma estampa de cor jeans, e para a minha sobrinha compramos uma de unicórnio, contou.

Luana disse que, para não confundir com a máscara da mãe, pediu para que os elásticos fossem de cores diferentes quando fez a encomenda.

Seu Clóvis, que é pai da Luana, foi mais discreto e escolheu uma máscara de cor jeans — Foto: Arquivo pessoal Seu Clóvis, que é pai da Luana, foi mais discreto e escolheu uma máscara de cor jeans — Foto: Arquivo pessoal

Seu Clóvis, que é pai da Luana, foi mais humilde e escolheu uma máscara de cor jeans — Foto: Registo pessoal

O vendedor de cocada César Tadeu Andrade, de 61 anos, encomendou quarenta máscaras para toda a família. Ele decidiu pedir todas brancas, mas, para evitar confusão, pediu para bordar o nome em morada uma delas. “Assim ninguém vai usar a máscara de ninguém e todos estarão protegidos”, argumentou.

Vendedor ambulante encomendou máscaras para toda a família e pediu para bordar os nomes para não dar confusão — Foto: Arquivo pessoal Vendedor ambulante encomendou máscaras para toda a família e pediu para bordar os nomes para não dar confusão — Foto: Arquivo pessoal

Vendedor ambulante encomendou máscaras para toda a família e pediu para bordar os nomes para não dar confusão — Foto: Registo pessoal

O lucro com a venda das máscaras

E quem sai ganhando com todos esses pedidos são as costureiras ou até mesmo quem nunca trabalhou com isso e decidiu aprender. A oportunidade é ideal para ajudar a aumentar a proteção contra o coronavírus e ainda lucrar um verba extra.

Dona Cida vendeu 500 máscaras em dois dias  — Foto: Arquivo pessoal Dona Cida vendeu 500 máscaras em dois dias  — Foto: Arquivo pessoal

Dona Cida vendeu 500 máscaras em dois dias — Foto: Registo pessoal

A modista Josefa Aparecida de Araújo Paris, conhecida porquê dona Cida, por exemplo, vendeu mais de 500 máscaras em exclusivamente dois dias. Ela disse que porquê já trabalha com costura há mais de 20 anos, muita gente começou a escadeirar na porta dela perguntando se ia confeccionar as máscaras para vender.

“Eu estava com a loja fechada, mas aí foi vindo um, depois outro, até que decidi reabrir”, contou a modista. Ela disse que para voltar ao trabalho fez várias recomendações para que as funcionárias e os clientes pudessem ter segurança. Em alguns casos, para facilitar, ela está entregando na morada dos clientes.

Além das máscaras que já vendeu, dona Cida ainda tem muitas encomendas para entregar. Ela disse que tem que se desdobrar para atender a clientela e seus vários pedidos de estampas diferentes.

“Esses pedidos vieram em uma ótima hora e eu tento aprazer todo mundo. Vai dar uma desafogada no bolso, com certeza. Eu já estava ficando preocupada de porquê ia remunerar as contas esse mês”, comemorou.

Ela disse ainda está esperançoso de que logo tudo volte ao normal e que as pessoas possam conviver normalmente. As máscaras confeccionadas pela dona Cida custam R$ 5 e são feitas com malha 100% algodão, na secção interna, e tricoline do lado de fora. A recomendação dela é para que os clientes lavem as máscaras antes de usar.

Ariane e a mãe se uniram para fabricar máscaras em São José dos Pinhais  — Foto: Arquivo pessoal Ariane e a mãe se uniram para fabricar máscaras em São José dos Pinhais  — Foto: Arquivo pessoal

Ariane e a mãe se uniram para fabricar máscaras em São José dos Pinhais — Foto: Registo pessoal

A mercador Ariane de Oliveira Guimarães, que mora em São José dos Pinhais, também está lucrando com a confecção das máscaras. Ela contou ao G1 que não sabe costurar, mas que decidiu fazer uma parceria com a mãe, que atua no ramo há 35 anos.

“Alguns conhecidos nossos começaram fazendo alguns pedidos. Aí, porquê nós vimos que muitos gostaram, decidimos vulgarizar na internet”, disse Ariane.

Segundo ela, o post bombou e desde portanto os pedidos não param.

“Foram mais de 200 pedidos em menos de 24 horas”, comemorou. Ela disse que os pedidos mais comuns são os de temas “fofinhos”. “Os que mais saem são os de ursinhos, gatinhos, patas de animais e as florais também estão sendo muito requisitadas”. contou.

Ariane também faz a máscara com tecido duplo e vende a R$ 5. A orientação dela também é para que os clientes lavem as máscaras antes de usar.

A mercador Monalisa Ptak, que mora no bairro Boa Vista, em Curitiba, vendeu 900 máscaras em duas semanas. Ela vendia máscaras descartáveis em uma loja no bairro Vila Hauer, mas contou que com o progresso dos casos de coronavírus, tudo se esgotou rapidamente, e as fábricas também pararam de partilhar.

Monalisa vendeu 900 máscaras em duas semanas, em Curitiba  — Foto: Arquivo pessoal Monalisa vendeu 900 máscaras em duas semanas, em Curitiba  — Foto: Arquivo pessoal

Monalisa vendeu 900 máscaras em duas semanas, em Curitiba — Foto: Registo pessoal

“Foi portanto que a minha mãe, que é uma modista de mão enxurro, decidiu fazer as máscaras de tecido. Depois de testar muitos modelos, chegamos a uma máscara que se adapta perfeitamente ao rosto”, contou.

Ela vende modelos adultos por R$ 8 e infantil por R$ 6. Para a mercador, o verba das vendas também tem ajudado muito no orçamento da família.

Tanto a Monalisa, quanto a dona Cida e a Ariane disseram que estão com muita dificuldade para encontrar tecido e elástico por conta das lojas fechadas na capital. Segundo elas, as poucas que estão abertas estão com os produtos em falta.

Recomendações para o uso da máscara

As máscaras caseiras precisam seguir uma série de orientações para serem eficazes e só devem ser usadas quando transpor de morada for inevitável.

É provável fazer máscaras de tecido em morada. Uma opção é pegar um tecido, geminar duas vezes, colocar elásticos um em cada lado e em seguida geminar as pontas e retirar os elásticos. A máscara está pronta.

O Ministério da Saúde dá essas orientações: a máscara deve ter, pelo menos, duas camadas de tecido e pode aproveitar o tecido de uma roupa velha ou de uma cortinado, por exemplo. Ela deve tapar muito a boca e o nariz, e precisa de elásticos ou tiras para amarrar supra das orelhas e aquém da nuca.

A máscara é individual – não deve ser compartilhada. O ministério alerta que cada um da família precisa ter as suas próprias máscaras.

Mais de uma para cada pessoa, porque cada máscara deve ser usada por, no supremo, duas horas. Se você realmente precisar transpor de morada, ligeiro ao menos uma máscara suplente, protegida de qualquer sujeira, e uma sacola para vigilar a máscara suja depois.

Na volta para morada, as máscaras usadas devem ser lavadas com chuva sanitária, em molho durante dez minutos.

Por , em 2020-04-10 05:30:00


Natividade g1.orbe.com



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