Cabeleireira fatura na quarentena produzindo máscaras de pano; Veja – [Blog da Solange Pereira]




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Há duas semanas, a cabeleireira Maria Darcizete Pinho da Silva fechou o seu salão, em obediência ao decreto do governador Gladson Cameli pela contenção ao Covid-19. Decidiu que não deveria permanecer paragem. Chegou a uma loja da cidade e, quando faltavam 5 minutos para as portas baixarem, ela deu um jeito de comprar uma máquina de costura. Ela já tinha em mente o que fazer para ajudar seus familiares e as pessoas que trabalham com o público e tinham dificuldades para se proteger contra o Coronavírus.

“Comprei muito tecido e comecei a fazer as máscaras. Vi na Internet o passo a passo e até que foi fácil pra quem não é modista profissional”, conta ela. A cabeleireira transformou o salão em ateliê e nesse meio tempo Darcizete consegue confeccionar, em média, 100 máscaras por dia.

Ela tira muitas horas para confeccionar máscara para doação. Ofertou aos profissionais do Samu e a outros trabalhadores que lidam diretamente com o público. E faz isso com prazer, sem se importar se terá lucro. Uma doação de 50 máscaras foi feita pela cabeleireira a um grupo que estava em dificuldades financeiras.

O resultado é feito com tricoline 100% algodão e tem uma segunda categoria que ela labareda de “revestimento”. O conforto da máscara no rosto da pessoa também foi pensado por Darcizete.

“Eu uso o revestimento, para permanecer muito reforçada. É preciso pensar também na respiração da pessoa. O resultado não pode escamotear a respiração. Graças a Deus os clientes aprovaram e a procura é bastante grande”, diz.

O marido faz os moldes, risca o tecido e ajuda a trinchar o tecido, enquanto os filhos se dividem em tarefas semelhantes para ajudar a mãe. “É uma terapia e a gente ajuda muita gente também”, afirma.

O objetivo, inicialmente, diz ela, era atender aos membros da família. “Mas eu pensei que deveria ajudar um companheiro, que é agente penitenciário. Quando ia vincular para ele, ele já estava na minha porta, à minha procura”, diz. “Aquilo me tocou. Eu espero que essa pandemia vá embora logo. Tenho escoltado a situação lá fora e a gente fica agoniada diante de tanta incerteza”, desabafa.

O gasto também é cocuruto para repor a mercadoria, mas a nossa personagem se alegra ao saber que contribui com muita gente carente com seu esforço pessoal.

Aos interessados em saber o trabalho de Darcizete, ligue para 98422- 4450. Também Whatsapp.

 






Por , em 2020-04-07 22:02:00


Manadeira www.acjornal.com



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