Em lojas de departamento, aglomerações e idosos são “combo” do que não fazer – Capital – [Blog da Solange Pereira]




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Na hora de abrir as portas, respeito ao distanciamento mínimo entre pessoas foi ignorado (Foto: Kísie Ainoã)
Na hora de penetrar as portas, saudação ao distanciamento mínimo entre pessoas foi ignorado (Foto: Kísie Ainoã)

A dez minutos para reabertura das portas do transacção, aproximadamente 50 pessoas – idosos entre elas – se aglomeravam em frente à Pernambucanas da Rua 14 de Julho, Núcleo de Campo Grande. Apesar das marcações na lajedo, o distanciamento de, pelo menos, 1,5 metro entre os clientes na fileira passou derrotado.

O jubilado Jerônimo da Silva, 78 anos, era uma das pessoas em grupo de risco do novo coronavírus que ignorou as recomendações das autoridades em Saúde e foi para a rua na manhã desta segunda-feira (6). Angustiado, ele queria remunerar a fatura do cartão da loja.

Jerônimo da Silva, 78 anos, revelou que saiu de casa porque precisava pagar cartão (Foto: Kísie Ainoã)
Jerônimo da Silva, 78 anos, revelou que saiu de mansão porque precisava remunerar cartão (Foto: Kísie Ainoã)

“A gente fica preocupado com o vírus, mas não tem o que fazer. Não tem ninguém para fazer para mim e eu preciso do cartão para fazer compras”, insiste. Pelo menos, o jubilado diz que foi de coche ao Núcleo para evitar o transporte coletivo.

Na mesma fileira, a modista Maria Soares, 55, também afirma que “não tem o que fazer”. Ela foi ao transacção com um tecido no rosto fazendo as vezes de máscara.

“Não consegui remunerar o boleto e fiquei preocupada. Espero que não cobre juros, porque venceu dia 31 de março”, justifica.

Costureira, Maria Soares torcia para loja não cobrar juros sobre atraso em pagamento (Foto: Kísie Ainoã)
Modista, Maria Soares torcia para loja não cobrar juros sobre delonga em pagamento (Foto: Kísie Ainoã)

No meio da aglomeração, a modista completa que teme pela mãe, de 83 anos. “Deus me livre de pegar essa doença. Fico com mais terror por ela do que por mim, mas fazer o que? Todo mundo precisa remunerar conta”.

Com o movimento intenso, as marcações no pavimento para delimitar espaço entre os clientes da Pernambucanas não foram suficientes.

Ao penetrar as portas, funcionário com luva e máscara dividiu a fileira na porta em duas: uma para quem pagaria as contas em verba, outra para pagamento no débito. Quem ficou na segunda fileira sequer precisava entrar no estabelecimento, uma vez que a máquina de cartão foi colocada na ingresso.

Ainda na 14 de Julho, a aglomeração em frente à Riachuelo ficou evidente nos bancos de concreto da rua revitalizada. Em uma só roda, pelo menos sete pessoas sentavam-se lado a lado.

Consumidores do Centro esqueceram recomendações e sentaram-se lado a lado (Foto: Kísie Ainoã)
Consumidores do Núcleo esqueceram recomendações e sentaram-se lado a lado (Foto: Kísie Ainoã)

Unidade do Magazine Luiza no Núcleo também acumulava clientes na ingresso, com menos de uma hora de reabertura do transacção.

A retomada das atividades no varejo foi condicionada pela prefeitura ao saudação de uma porção de regras de biossegurança, porquê distanciamento entre as pessoas nas filas, receber no interno das lojas até 30% da capacidade totalidade de atendimento e medidas de saneamento com álcool em gel e limpeza uniforme.

Por , em 2020-04-06 10:46:00


Natividade www.campograndenews.com.br



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