Está faltando | Roberto Alves – [Blog da Solange Pereira]




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Entre muitas manifestações, certas ou erradas, sinto falta de um posicionamento do desportista profissional do futebol no Brasil. Alguém para levantar uma bandeira para ser encampada pelo sindicato, associações ou entidades que possam repetir a situação dos artistas da globo, que no momento é incerta e frágil, com pouca esperança de porvir.

O projeto

Na verdade, é de autoria do catarinense Luiz Carlos Cruz a única teoria colocada em discussão porquê tentativa de facilitar o desportista profissional de renda média ou baixa. A CBF ainda não se pronunciou, as federações também não. O documento do técnico Cruz traz ideias interessantes, que merecem ser analisadas.

O projeto de captação de recursos emergencial envolve a geração de um fundo vernáculo específico, geração de um juízo vernáculo com a participação de dirigentes e envolvimento de CBF, federações e entidades de classe. O responsável enviou o projeto para a CBF.

TOQUE DO BOB

Algumas histórinhas para atenuar a tensão do momento:

> O Santos paraninfou a sarau de entrega das faixas de vencedor ao Joinville em 26 de novembro de 1981. Na hora da entrega das faixas elas não apareceram. A modista recusou-se a entregar. Especulou-se que teria sido por falta de pagamento.

> Em 1958 o Avai treinava no Estádio Adolfo Konder quando um dos goleiros cobrou um tiro meta e a globo acabou caindo sobre uma ninhada de pintos, matando alguns. Seu Valdemar, o zelador do estádio, irritado, pegou a globo, única no momento, levou para lar e acabou com o treino.

> As letras H e Y do nome Avahy FC foram abolidas do clube em 1937. Ao permanecer Avaí, curiosamente, de trás para frente, virou o nome do meu falecido pai, que era torcedor do Leão e que tem um irmão chamado Avahy, também já falecido. Diria um velho colega. Interessante não, Alves?

> O duelo entre Grêmio Araranguaense e Flamengo de Capoeiras, pela 2ª repartição do Estadual, foi o menor público registrado até hoje em um jogo solene em SC: nove pessoas.

> Paulo Sergio Poletto, considerado o técnico mais intelectual que passou pelo Joinville, ao ser exonerado justificou a saída com uma frase de efeito: “Em futebol, os leigos mandam nos estudiosos”.

Por , em 2020-04-05 07:00:00


Manancial www.nsctotal.com.br



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