Coronavírus: Prefeitura do Rio e escolas de samba firmam parceria para confecção de capotes descartáveis – [Blog da Solange Pereira]




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RIO – Está faltando capote de proteção para os profissionais de saúde do Brasil, que estão na risco de frente do combate ao progressão do coronavírus. Para tentar amenizar levante déficit, a Prefeitura do Rio firmou uma parceria com costureiras de duas escolas de samba da cidade: Vila Isabel, na Zona Setentrião, e Unidos de Padre Miguel, Zona Oeste. A RioSaúde, empresa pública municipal, forneceu a matéria-prima (tecido TNT de gramatura 30), além de máscaras e álcool em gel para a proteção e limpeza das mãos.

A campanha visa a médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, fisioterapeutas e outras especialidades. Numa unidade hospitalar onde há o tratamento da Covid-19, chegam a ser utilizados dois milénio desses capotes por dia – que são segmento dos equipamentos de proteção individual  (EPI). Por ser um material descartável, é necessária a reposição jacente dos estoques. Depois de tratar uma pessoa, o profissional tem que usar outro capote para atender o seguinte. Um único paciente pode exigir o consumo de 20 a 40 capotes por dia.

O pontapé deste empreitada foi no sábado (4). A Unidos de Padre Miguel recebeu 18 rolos do tecido, tapume de dois milénio metros, e deve entregar a primeira remessa de capotes na segunda (6). São sete costureiras da comunidade com as mãos na tamanho.

-Temos máquina industrial, poderemos trinchar até século moldes por vez – diz o o presidente da escola, Lenilson Leal.

Segundo a RioSaúde, a Vila Isabel deve receber material nesta segunda-feira.

Em Niterói, a campeã do carnaval Unidos do Viradouro, teve uma iniciativa semelhante, mas voltada unicamente para a comunidade, sem parceria com a prefeitura. A escola está confeccionando cinco milénio mascaras para repartir.

Na risco de frente, de alguma forma

Enfermeira por formação, Kátia Dias Martins, de 58 anos, deixou a profissão há 14 anos. Especializada em atendimento neonatal, ela teve sequelas neurológicas, ao suportar um acidente na ambulância em que era uma das passageiras, quando ia buscar um bebê que precisava de atendimento urgente:

– Mudei de atividade. Mencionei modista na Unidos de Padre Miguel. Agora vou ajudar na confecção de capotes para enfrentar essa pandemia de coronavírus – diz Kátia.

Nesse processo, ela também orienta as colegas. Para confeccionar os capotes, todas trabalham de máscaras e luvas. E também higienizam as mãos com álcool gel.

– Minha orientação é que troquem as máscaras a cada três horas ou se precisarem parar o trabalho e ir a outro lugar por qualquer motivo – completa.

Kátia estima que cada modista possa produzir até 150 capotes por dia. Relembrando sua experiência na dimensão de saúde, ela opina que essa pandemia de Convid 19 serve também de um alerta para a população mundial.

– Vou falar de coração. Uma vez que cristã não acredito que as coisas aconteçam por contingência. As pessoas não se cuidam. Não tratam de valorizar um muito que é a saúde.

 

Por , em 2020-04-05 13:57:32


Manadeira oglobo.orbe.com



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