Em tempos de coronavírus, máscaras de pano viram alternativa de renda para trabalhadores informais – [Blog da Solange Pereira]




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A pandemia do novo coronavírus (covid-19) levou ao aumento da procura por máscaras nas farmácias de todo o país, o que deixou as prateleiras desses estabelecimentos sem os produtos. Esse desabastecimento também se reflete nos hospitais do Brasil. Por isso, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, mudou as orientações em relação ao uso do inferior. Antes, a pasta recomendava somente o uso das cirúrgicas, mas, por justificação da subida demanda, outros tipos passaram a ser indicados, uma vez que as máscaras de tecido feitas em morada.

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Mandetta defende o uso do material ou de qualquer barreira de tecido, uma vez que lenços, para evitar o contágio nas ruas e transporte público. Para o ministro, a facilidade em produzir as máscaras caseiras é uma aliada na tentativa de moderar a covid-19. “Qualquer pessoa pode fazer sua máscara de tecido e utilizar, que vai estar ajudando o sistema de saúde”, garantiu o ministro em entrevista coletiva na quarta-feira (1º), ressaltando que o insignificante dispêndio para a confecção dos acessórios. De harmonia com o Ministério da Saúde, para ser eficiente uma vez que uma barreira física e impedir a propagação do novo coronavírus, a máscara caseira precisa ter pelo menos duas camadas de tecido, ou seja dupla face. Ou por outra, a pasta destaca que o equipamento de proteção é individual e não pode ser compartilhado.

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Diante do cenário de escassez do resultado nas lojas e farmácias, muitas pessoas passaram a produzir as máscaras para vendas e doações para atender a demanda. Sem encomendas de roupas por justificação do período de isolamento social, a modista Selma Barbosa, 53 anos, encontrou na fabricação caseira dos acessórios de proteção uma selecção para prometer renda e, também, ajudar as pessoas que não têm condições de comprar a versão tradicional do resultado. “Eu nunca havia trabalhado com isso, mas uma vez que estava paragem há quase 12 dias, me arrisquei”, afirma ela, contando que já recebeu várias encomendas e pedidos de doação. A profissional, moradora de Santo Aleixo, em Jaboatão dos Guararapes, produz máscaras personalizadas, com estampas de animais, vegetação e outros desenhos. Ela vende os materiais que produz por um preço médio de R$ 10, o que pode ser reduzido de harmonia com a quantidade de máscaras solicitadas.

Assim uma vez que Selma, a modista Dulce Dias, 67, usa uma máquina de costura instalada em um dos cômodos da morada onde mora, no bairro do Ibura, Zona Sul do Recife, para se destinar se à produção das máscaras de tecido há muro de 15 dias. “Sento na cadeira às 8h e só saio por volta de 1h, em alguns dias”, conta ela, afirmando estar com o coração tranquilo por doar pelo menos 100 máscaras. Segundo Dulce, que também vende o item de proteção por R$ 5, a teoria de fazer o resultado em morada surgiu posteriormente se deparar com o superior valor pelo qual as máscaras estão sendo vendidas nas farmácias de seu bairro.

Sem pretensão, o autônomo Inácio Paiva, 55, acabou iniciando um negócio de produção e venda de máscaras durante a pandemia do novo coronavírus. No intuito de ajudar familiares a se proteger da doença, Paiva contratou uma modista para confeccionar os acessórios, mas uma foto em uma rede social chamou a atenção de outras pessoas que se mostraram interessadas no resultado. “A falta de máscaras nas farmácias e mercados me motivou a fazê-las para nossa morada, mas as pessoas foram vendo um foto que minha esposa postou e começaram a pedir”, diz Inácio, que começou a produção na quinta-feira (3) e já recebeu encomendas para mais de 40 máscaras. O equipamento de proteção é vendido ao preço único de R$ 10.

CORTESIA

Diante do cenário de escassez de máscaras nas farmácias, muitas pessoas passaram a produzir as máscaras para vendas e doações para atender a demanda – CORTESIA
PAULO DANIEL/JC IMAGEM

Diante do cenário de escassez de máscaras nas farmácias, muitas pessoas passaram a produzir as máscaras para vendas e doações para atender a demanda – PAULO DANIEL/JC IMAGEM
CORTESIA

Diante do cenário de escassez de máscaras nas farmácias, muitas pessoas passaram a produzir as máscaras para vendas e doações para atender a demanda – CORTESIA
PAULO DANIEL/JC IMAGEM

Diante do cenário de escassez de máscaras nas farmácias, muitas pessoas passaram a produzir as máscaras para vendas e doações para atender a demanda – PAULO DANIEL/JC IMAGEM
CORTESIA

Diante do cenário de escassez de máscaras nas farmácias, muitas pessoas passaram a produzir as máscaras para vendas e doações para atender a demanda – CORTESIA

Em Santa Cruz do Capibaribe, no Áspero de Pernambuco, empresários se uniram e já doaram mais de 10 milénio máscaras produzidas na região. De harmonia com o coordenador da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), um padrão foi desenvolvido na cidade e produzido em larga graduação por pequenas empresas do município. Inicialmente, o item de proteção seria somente doado para profissionais de saúde e policiais, mas com com a novidade orientação do Ministério da Saúde, a produção deve ser expandida e também destinada à venda. “Lançamos um concurso de design para máscaras, tal qual resultado sai na terça-feira, com isso, esperamos movimentar a cidade”, conta Bezerra, afirmando que a CDL tem recebido ligações de grandes distribuidores do país com encomendas.

Ainda de harmonia com ele, oferecido ao perfil das empresas de Santa Cruz do Capibaribe, que são de pequeno porte, será necessária uma adaptação e ajuda de produtores familiares. “Cá, toda residência é um misto de morada com fábrica têxtil, e vamos precisar do auxílio dessas pessoas”, diz ele, para quem esse movimento serve para atrair o espeque de todos que, durante a quarentena, estão parados e precisam fazer uma renda extra.

Apesar da recomendação do ministro Luiz Henrique Mandetta e da confecção do material por pequenos produtores, especialistas alertam que é preciso utilizar a máscara de tecido de forma correta para evitar contaminação, principalmente porque ainda não há estudos sólidos sobre sua eficiência. Segundo o farmacêutico médico em Infectologia e professor do Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação para o Mercado Farmacêutico (ICTQ), Claudinei Santana, a máscara é mais útil para quem está infectado e não quer contaminar outras pessoas. “Para aqueles que querem se proteger, a máscara deve ser trocada três vezes ao dia, já que a umidade da respiração faz com que a proteção seja diminuída”, explica ela, frisando que, desta forma, se toda a população quiser usar as máscaras, iremos precisar de pelo menos 600 milhões itens de proteção.

Já o infectologista Filipe Prohaska explica que as máscaras de tecido precisam obedecer algumas especificações no tipo de tecido, que, segundo ele, deve ser 100% algodão, e no design do resultado. “Ela tem que ter uma diagramação que cubra nariz e boca, além de estar moldada com três dobras, que funcionam uma vez que filtro de ar”, afirma Prohaska, apontando a premência de trocar a máscara caseira posteriormente duas horas de uso para evitar que ela se torne vetor do vírus. “Depois a troca, é necessário lavá-la com chuva sanitária.”

Mesmo sem dados que comprovem a eficiência do uso da máscara uma vez que medida protetiva à covid-19, o tema gera controvérsias entre os profissionais da saúde. Para o professor de infectologia da Universidade Federalista de São Paulo (Unifesp) Celso Granato, o busto teórico mudou. No começou, a avaliação que se tinha era de que a proteção proporcionada pela máscara para quem não estava doente era discreta e, pela escassez do resultado, era mais importante indicar o uso aos profissionais de saúde.

No entanto, o profissional observa que em função de esse ser um vírus mais transmissível do que se imaginava no início, é provável que o contágio não ocorra somente por gotículas, mas também por partículas que ficariam “boiando” no ar por uns 20 minutos. Por isso, diz Granato, a máscara poderia ter qualquer favor. “Ainda que não seja uma proteção maravilhosa, se a máscara proteger 30%, será melhor do que zero”, diz Granato, que concorda com a mudança de recomendação do Ministério da Saúde. Mas ele ressalta, no entanto, que é preciso ensinar as pessoas a usarem a máscara.

Saiba uma vez que fazer uma máscara de tecido para se proteger do coronavírus

O Ministério da Saúde divulgou, na quinta-feira (2), um manual indicando uma vez que fazer máscaras caseiras, de tecido, para proteção contra o novo coronavírus. Para ser eficiente, a máscara caseira precisa seguir algumas especificações: “É preciso que a peça tenha pelo menos duas camadas de tecido, ou seja dupla face. E mais uma informação importante: ela é individual. Não pode ser dividida com ninguém. As máscaras caseiras podem ser feitas em tecido de algodão, tricoline, TNT ou outros tecidos, desde que desenhadas e higienizadas corretamente. O importante é que a máscara seja feita nas medidas corretas cobrindo totalmente a boca e nariz e que estejam muito ajustadas ao rosto, sem deixar espaços nas laterais”, diz trecho de nota do Ministério da Saúde. 

Protótipo 1, usando uma camiseta:

REPRODUÇÃO/MINISTÉRIO DA SAÚDE/MASK4ALL
Existem diferentes formas para confeccionar as máscaras caseiras – REPRODUÇÃO/MINISTÉRIO DA SAÚDE/MASK4ALL

  1. Namoro a camiseta e espessura dupla usando uma vez que base as marcações indicadas na figura;
  2. Faça um ponto de segurança na segmento subordinado (para segurar ambas as toalha); 
  3. Insira um papel entre as camadas; 
  4. Amarre a alça superior ao volta do pescoço, passando por cima das orelhas;
  5. Amarre a alça subordinado na direção do topo da cabeça.

Protótipo 2, usando costura e elástico:

  1. Separe o tecido que tenha disponível (tecido de algodão, tricoline, TNT, outros têxteis), se provável, dê preferência ao tricoline;
  2. Faça um molde em papel de forma no qual o tamanho da máscara permita cobrira boca e nariz, 21 cm profundidade e 34 cm largura;
  3. Faça a máscara usando duplo tecido;
  4. Prenda e costure na extremidade da máscara um elástico, ou amarras.

Os cuidados que você deve tomar com a máscara caseira

  • O uso da máscara caseira é individual, não devendo ser compartilhada entre familiares, amigos e outros;
  • Coloque a máscara com desvelo para entupir a boca e nariz e amarre com segurança para minimizar os espaços entre o rosto e a máscara;
  • Enquanto estiver utilizando a máscara, evite tocá-la na rua, não fique ajustando a máscara na rua;
  • Ao chegar em morada, lave as mãos com chuva e sabão, secando-as muito, antes de retirar a máscara;
  • Remova a máscara pegando pelo laço ou nó da segmento traseira, evitando de tocar na segmento da frente;
  • Faça a mergulho da máscara em recipiente com chuva potável e chuva sanitária (2,0 a 2,5%) por 30 minutos. A proporção de diluição a ser utilizada é de 1 segmento de chuva sanitária para 50 partes de chuva (Por exemplo: 10 ml de chuva sanitária para 500ml de chuva potável);
  • Depois o tempo de mergulho, realizar o enxágue em chuva fluente e lavar com chuva e sabão;
  • Depois lavar a máscara, a pessoa deve higienizar as mãos com chuva e sabão;
  • A máscara deve estar seca para sua reutilização;
  • Depois secagem da máscara utilize o com ferro quente e acondicionar em saco plástico;
  • Trocar a máscara sempre que apresentar sujidades ou umidade;
  • Descartar a máscara sempre que apresentar sinais de deterioração ou funcionalidade comprometida;
  • Ao sinais de desgaste da máscara deve ser inutilizada e novidade máscara deve ser feita.

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O que é coronavírus?

Coronavírus é uma família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus foi desvelado em 31/12/19 posteriormente casos registrados na China.Os primeiros coronavírus humanos foram isolados pela primeira vez em 1937. No entanto, foi em 1965 que o vírus foi descrito uma vez que coronavírus, em decorrência do perfil na microscopia, parecendo uma grinalda.

A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem com o tipo mais generalidade do vírus. Os coronavírus mais comuns que infectam humanos são o alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1.

Porquê prevenir o coronavírus?

O Ministério da Saúde orienta cuidados básicos para reduzir o risco universal de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o coronavírus. Entre as medidas estão:

  • Lavar as mãos frequentemente com chuva e sabonete por pelo menos 20 segundos, respeitando os 5 momentos de limpeza. Se não houver chuva e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool.
  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.
  • Evitar contato próximo com pessoas doentes.
  • Permanecer em morada quando estiver doente.
  • Vedar boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo.
  • Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com freqüência.
  • Profissionais de saúde devem utilizar medidas de sobreaviso padrão, de contato e de gotículas (máscara cirúrgica, luvas, avental não maninho e óculos de proteção).

Para a realização de procedimentos que gerem aerossolização de secreções respiratórias uma vez que intubação, aspiração de vias aéreas ou indução de escarro, deverá ser utilizado sobreaviso por aerossóis, com uso de máscara N95.

Confira o passo a passo de uma vez que lavar as mãos de forma adequada



Por , em 2020-04-03 17:36:00


Manadeira jc.ne10.uol.com.br



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