Partido de Crivella busca vice chancelado por Bolsonaro e negocia filiação de Carlos e sua mãe – [Blog da Solange Pereira]




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RIO – Em meio a tentativas de calibrar o exposição com o governo federalista durante a pandemia do novo coronavírus, o prefeito do Rio Marcelo Crivella procura um vice chancelado pelo presidente Jair Bolsonaro para concorrer à reeleição neste ano. Crivella, que já alimentou esperanças dele próprio ser bravo por Bolsonaro no primeiro vez, tem incentivado agora uma aproximação do seu partido, o Republicanos, com aliados do presidente. A legenda negocia a filiação do rebento 02 do presidente, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC), e de sua mãe, Rogéria, além de estar disposta a ser “bojo de aluguel” para bolsonaristas que queiram concorrer no Rio.

No último mês, o presidente pátrio do Republicanos, Marcos Pereira, afirmou que a {sigla} poderia homiziar nas eleições municipais em todo o país entusiastas do partido de Bolsonaro, o Coligação pelo Brasil. Pereira, no entanto, afirmou que o partido avaliaria “casos pontuais”. No Rio, as negociações avançaram na última semana, graças a uma costura entre o senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ) e Gutemberg Fonseca, coligado da família Bolsonaro e atual secretário de Ordem Pública de Crivella.

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Rogéria, que já foi vereadora por dois mandatos e deixou a Câmara Municipal em 2001, depois ter se separado de Bolsonaro, planeja retomar a curso política. Filiada ao PSL desde março de 2018, ela tem até 4 de abril para escolher uma novidade legenda. Segundo integrantes do PSL, Rogéria começou a negociar uma ida ao Republicanos depois perceber que o Coligação não estaria homologado a tempo das eleições.

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Carlos, que chegou a sinalizar uma aposentadoria política, teria mudado de teoria e resolvido concorrer neste ano, segundo aliados na Câmara Municipal. Em meio aos acenos de Crivella pelo pedestal de Bolsonaro – que já fez carinhos públicos ao prefeito do Rio, mas descartou participar do primeiro vez das eleições -, o vereador e rebento nº02 do presidente também entrou no radar do Republicanos.

Embora aliados de Crivella afirmem que uma eventual filiação de Carlos ao Republicanos não estaria condicionada a um pedestal explícito, o vereador tem se mantido reticente em meio aos gestos do prefeito. Procurado pelo GLOBO, o gabinete de Carlos informou que ele “não decidiu ainda para qual partido vai” e que há “várias opções”. Uma das siglas na disputa pelo vereador e por sua mãe é o nanico PMN, do ex-vereador Luiz Carlos Ramos. O partido, que não tem fundo partidário ou tempo de TV, sinaliza “totalidade liberdade” para ambos trocarem o partido pelo Coligação depois as eleições.

– Carlos e eu entramos juntos na Câmara, em 2001. É um ótimo nome. O PMN está de portas abertas para ele e para a mãe dele – afirmou Ramos.

Sem pedestal formal do presidente e de sua família, Crivella tem trabalhado por um vice identificado com o bolsonarismo. Um dos nomes ventilados foi o do próprio Gutemberg, que comanda a fala entre o Republicanos e o clã Bolsonaro. Gutemberg, que integra o gabinete de crise de Crivella para ações de combate ao coronavírus, se disse “pego de surpresa” e afirmou que a escolha do vice passará por uma “autorização vinda de cima”, referindo-se a Bolsonaro.

– O vestuário é que o nome do vice na placa do prefeito Marcelo Crivella vai passar por essa formação bolsonarista. Isso porque o Republicanos é um partido desempenado com o perfil conservador do Coligação – disse Gutemberg.

Na última semana, o senador Flávio Bolsonaro se reuniu com deputados da base bolsonarista para tratar de chapas combinadas entre entusiastas do Coligação e o Republicanos. Dr. Serginho, que era o líder do PSL na Câmara Legislativa do Rio (Alerj), anunciou sua filiação ao partido de Crivella na última sexta. Segundo o próprio Serginho, ele disputará a prefeitura de Cabo Insensível pelo Republicanos depois um contrato com Flávio.

A costura entre bolsonaristas e o partido de Crivella envolve tanto chapas encabeçadas por deputados ligados ao Coligação quanto lideradas por membros originais do Republicanos. Em Novidade Iguaçu, por exemplo, a deputada federalista Rosângela Gomes (Republicanos) deve ser a candidata, e a escolha do vice passará pelo deputado Hélio Lopes (PSL).

Em Niterói, o deputado federalista Carlos Jordy tenta concorrer à prefeitura e planeja ter a seu lado o solicitador de Polícia Federalista Antônio Rayol. A possibilidade de Jordy concorrer passa por um contrato com o PSL para sua desfiliação sem perda de procuração. Quem passa por situação semelhante é seu colega na Câmara dos Deputados, Daniel Silveira (PSL), que pode indicar um candidato em Petrópolis caso não consiga concorrer.

Por , em 2020-03-26 10:18:39


Manancial oglobo.mundo.com



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