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“A sociedade tem que trabalhar junto para sairmos disso”
A infectologista Flávia Trench esclarece os efeitos do coronavírus e diz que o repto do sistema de saúde é atender pacientes graves (Foto: Divulgação)

A infectologista e professora da Universidade Federalista da Integração Latino-Americana (Unila) Flávia Trench participou, na terça-feira, 17, de uma roda de conversa no Sindicato dos Jornalistas de Foz do Iguaçu para tirar dúvidas e orientar os profissionais quanto ao coronavírus. Mediado pela jornalista Mayara Godoy, o debate teve transmissão on-line. A médica esclareceu que é preciso critério para procurar o serviço público de saúde. “Não vá por pânico ou curiosidade procurar o sistema de saúde porque você ocupa o lugar de um paciente que pode ter doença grave.”

Roda de conversa promovida pelo Sindijor Foz para tirar dúvidas e orientar os profissionais quanto ao coronavírus 

Veja os principais trechos da conversa. 

Qual é a diferença do coronavírus para outros tipos de doenças, tais uma vez que H1N1 e SARS? 

A SARS, de 2002, era um tipo de coronavírus que ficou confinado em uma região quando a epidemia aconteceu. Em 2012, tivemos o MERS, que é menos famoso, no Oriente Médio, que era outro coronavírus e também ficou confinado naquela região. Levante, que chamamos de SARS COV 2, o coronavírus tipo 2, que motivo uma síndrome respiratória aguda potencialmente grave, começou na China e se espalhou pelo resto do mundo. É um coronavírus que teve esta particularidade, ou seja, maior facilidade de passar de um humano para outro. Os coronavírus usualmente são vírus de animais. Em qualquer momento houve esse salto de um vírus de bicho para o ser humano e depois ele conseguiu se ajustar e transmitir entre os seres humanos, o que é um clássico entre os vírus respiratórios; isso não é nenhuma novidade.

O que esses vírus têm em geral? 

São vírus de transmissão respiratória. Por exemplo, seu eu tenho o vírus e estou falando, tossindo, tocando o nariz, tocando objetos, coço o olho, ponho a mão na boca. Isso ocorre com o vírus de sarampo, com o vírus de gripe e resfriado em geral. Ele tem uma transmissão facilitada entre as pessoas. Dissemelhante da dengue, que precisa do mosquito, do intermediário. 

Logo ele é transmitido com mais facilidade em relação aos outros? 

Uma pessoa com coronavírus consegue infectar em média duas ou três pessoas. O vírus de gripe (influenza) transmite para 1,5 pessoa. 

Porquê a pessoa pode buscar o diagnóstico? 

A doença pelo coronavírus, na maioria de nós, vai ser uma doença muito branda. Em boa secção de nós, ela vai passar, e não vamos perceber que tivemos a doença. O nosso repto de atendimento está nas pessoas que podem ter manifestações graves. É para essas pessoas que precisamos priorizar o atendimento, para não ter nenhuma evolução irremissível. São pessoas supra de 60 anos, principalmente supra de 70, de mais idade, que já têm doença prévia: hipertensão, diabetes ou doença cardíaca.

Quem tem prioridade de atendimento?

As pessoas se assustam e vão procurar a rede de saúde. Assim elas sobrecarregam o sistema, quem está atendendo e se misturam. Se as pessoas tiverem esse raciocínio que não são idosas, não têm doenças preexistentes e os sintomas são leves, isso vai passar sozinho. É uma gentileza social. Não vá por pânico ou curiosidade procurar o sistema de saúde porque você ocupa o lugar de um paciente que pode ter doença grave. Precisamos atender essas pessoas com qualidade, com tempo e paciência. A sociedade tem que trabalhar junto para sairmos disso e chegarmos feliz em setembro. Se não trabalharmos juntos, não vai dar visível. 

O traje de termos um caso confirmado em Foz justifica estas medidas que estão sendo tomadas de isolamento, fechamento de escolas e atrativos turísticos

O momento de interromper é muito privativo por períodos curtos com o objetivo de diminuir a circulação viral para o serviço de saúde se organizar e dar conta do recado. Neste período fechado precisamos continuar cuidando da dengue. O pessoal da rede atendeu 14 milénio suspeitos de dengue, isso é quase 5% da população, 2.500 casos confirmados, 14 casos graves, e tivemos uma morte. Isso é um sucesso de atendimento. O circo da dengue ainda está na cidade. 

Se a pessoa não estocou zero em moradia, ela pode ir ao supermercado

Neste momento precisamos proteger os vulneráveis e diminuir as chances dos nossos pais, avós e tios mais velhos adquirirem a doença, porque esses são estatisticamente chances de ter uma doença mais grave. 

O pessoal não está encontrando álcool gel 70. O que fazer

Chuva e sabão continuam funcionando. E se não encontrar máscara vai na modista ou faz em moradia. Eu, com 30 anos de formada, usei muita máscara de tecido para atender meningite, varicela, sarampo. Quanto ao sabão, pode ser líquido ou de barra. Máscara usa quem tem sintoma respiratório ou uma avó de 70 anos que tem que trespassar de moradia.

A quem está com sintomas ligeiro é recomendável procurar um posto?

Para você que tem sintoma ligeiro, sai da sua moradia com resfriado geral para ser atendido, fica na fileira no meio de todo mundo quatro ou cinco horas para esperar atendimento que não precisava e leva para moradia de brinde o coronavírus por má sorte. Você vai para o lugar que com certeza é a maior concentração de possibilidade de ter o vírus.

E quanto ao examinação

O examinação tem função para os médicos que estão acompanhando a ingresso do vírus em Foz do Iguaçu e quando vai ter transmissão entre nós. Fora isso, só interessa para nós fazer exames dos casos graves para separar se é o coronavírus ou vírus de gripe ou adenovírus. Para você que tem sintoma ligeiro, moderado ou vai para enfermaria e não é grave, saber se é coronavírus não muda zero, o seu tratamento é igual. Nós só tratamos o sintoma. Sabendo que é coronavírus ou não é do mesmo jeito. Com paciente grave é um pouco dissemelhante. 6
 

Quem deve procurar o médico?

Pacientes supra de 60 anos que já têm doenças crônicas – pressão subida, doenças cardíacas e diabetes – têm que ser vistos pelo médico. Eventualmente, você 20, 40 ou 10 anos, e tem falta de ar, febre. Mas a prioridade é para o atendimento do idoso.  

Serviço:

A conversa completa pode ser acessada no link https://www.facebook.com/sindijor.foz/videos/vb.432317426865519/838838986583838/?type=2&theater&notif_t=page_post_reaction&notif_id=1584487658604831
 



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