Correio de Corumbá – Com homenagem à Dona Maninha, Imperatriz Corumbaense empolgou a General Rondon – [Blog da Solange Pereira]



A Imperatriz Corumbaense abriu a segunda noite de desfiles das escolas de samba de Corumbá na segunda-feira, 24 de fevereiro, contando os 100 anos de Dona Maninha, uma modista que se dedicou a ajudar os leprosos. A escola apresenta o enredo “O Povo te conclama, Felisberta Gama de Campos: Dona Maninha, Matriarca e Imperatriz do Nosso Carnaval”, que conta e canta a história centenária de Dona Maninha.

Percentagem de frente com 10 componentes e elemento simbólico representou “Entre Promanação e Juventude, os Arautos Presidenciais”. Dona Maninha nasceu em 1919, ano em que Epitácio Pessoa presidia o Brasil. Neste cenário, porquê uma espécie de galhofa, são as figuras presidenciais quem fazem a incisão para a vinda de Felisberta a leste mundo, que aparece em dois momentos – no elemento simbólico, segurando o bolo de 01 ano de idade, e já na sua juventude, na figura da integrante Carla Uchoa, também vice-presidente da escola.

Abre-Alas ‘Parabéns a você!’. A grinalda da Imperatriz é a grinalda da matriarca do povo! Junto a ela um bolo de natalício vem para comemorar o centenário de nossa homenageada. Em vermelho e dourado!

Primeiro par de Rabino Sala e Porta-Bandeira com fantasia ‘No escuro do cinema’. Porta-Bandeira representando o cinema, e o Rabino-Sala porquê lanterninha, uma das figuras mais emblemáticas das casas de exibição de películas na segunda dezena do Século XX.

Bateria com fantasia Nome da Fantasia ‘O Nubente’ em homenagem ao patriarca da família, Manoel, que desposou Dona Maninha em um emocionante enlace. Rainha de Bateria era a ‘Prometida’, representando Dona Maninha, pronta para o vinda do enlace!

Alas Tratado de Tranquilidade, Henry Ford no Brasil, Laranjais e Herdade Laranjal dão sequência ao desfile. Renque Herdade Laranjal reproduziu secção do contexto da Herdade Laranjal onde grande secção da puerícia de Dona Maninha foi vivida. Fauna e flora pantaneira estão porquê elementos cênicos do sege, que virá também com destaque de luxo.

Desfile mostrou alas Luz no Coração, representando a solidariedade de Dona Maninha, seguida por fileira Sabedoria que mostrou a influência dos estudos e fileira Aquidauana, exaltou a cidade que adotou Dona maninha em sua juvenilidade e onde ainda mantém estreitos laços.

Baianas são Costureiras. Uma forma de comemorar uma das habilidades da homenageada, que enquanto fazia suas costuras, observava com alegria um dos seus animais preferidos na natureza, as borboletas.

Coche ‘A Filantropia’ simboliza a ação social de Dona Maninha na forma de leitos médicos, onde haverá encenação e elementos cênicos que ilustrarão a homenageada cuidando dos enfermos cuidando pacientes com Hanseníase, na era conhecida porquê Lepra.

Renque Luz no Olhar trouxe para a Avenida a realização de se conseguir fazer o muito, para si, para a sua família, e para o próximo, mesmo que ainda um incógnito, levando o mimo a ele, e ao mesmo tempo sua espírito, límpida e em silêncio com seus feitos. Seguida por Perfumando a Passarela e Rancharia.

Parábola O Jantar do Centenário encerrou apresentação. Uma grande celebração com a presença de familiares de Dona Maninha e a estátua representando o marido, Senhor Manoel em forma angelical na parábola, A grande curiosidade do sege é a presença de um jantar de indumentária, com comida de verdade sendo servida aos integrantes da parábola.



Por , em 2020-02-25 05:00:00



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